L.I.V.R.O.

“Um país se faz com homens e livros” Monteiro Lobato
A mais fantástica viagem humana está na imaginação, e a imaginação transformada em letras é a chave para os mundos imaginários criados. Além de mudar o horizonte individual, cada horizonte expandido através da leitura une-se a outro, criando uma alavanca que movimenta o universo. Faço um brinde ao livro citando Lobato e trancrevendo o gênio Millôr Fernandes em “L.I.V.R.O”.
Na deixa da virada do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de Local de Informações Variadas, Reutilizáveis e Ordenadas – L.I.V.R.O.
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Eu, você, nós e a mídia amanhã

Quem sabe a melhor definição de jornalismo seja mesmo a de “uma arte de contar histórias”. Sempre defendi essa arte como forma de criar uma identificação com o leitor, usando dados, mas de uma forma humanizada. Humanizar as estatísticas nada mais é do que ter as fontes como personagens. Personagens que moram no bairro de meus leitores, que ganham o mesmo que ele, que tem filhos estudando em escolas semelhantes, que se parecem com a pessoa que ele poderia ter sido ou com aquela que virá a ser. Essa é a base do Jornalismo Literário, um formato que mistura informação bem apurada com recursos da literatura – descrição, transcrição de diálogos, ambientação, texto não linear – para transmitir ao leitor a informação de uma forma mais elaborada.
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