Mulher natural X Bundas da academia

Publicado em Comportamento, Opinião por Marina Fiamoncini em 30/11/2007

Sempre que resolvo eliminar as calorias em excesso me pergunto: existe vida após a academia? Deitada no colchonete azul, ao som de músicas animadinhas do ambiente, fico pensando o que fazem as “bundas da academia” quando não estão lá. Afinal, com um corpo tão tonificado, elas não devem ter mais nada para fazer além de ficar o dia inteiro de top e calça legging desfilando para os músculos ambulantes que rondam a sala de musculação. Posso parecer generalista, mas são justamente essas “bundas” que fazem da atividade física o principal objetivo do dia. Algumas passam mais tempo na esteira do que dormindo.

A prática de exercícios deveria ser algo natural e saudável e não cair no ridículo. As lojas especializadas em roupas para a atividade têm opções de sobra de trajes confortáveis para o momento. Mas as bundas da academia insistem em usar decotes, maquiagem (sim, maquiagem!), dezenas de pulseiras de prata que cobrem metade do braço e os cabelos extremamente lisos e soltos. Aí está mais uma prova de que o objetivo não é a saúde e sim a exibição, afinal, elas também suam, e para não estragar o cabelo não fazem movimentos bruscos. Por que não ficam em casa então? Eu respondo: porque a academia é o lugar com mais músculos ambulantes por metro quadrado do planeta! Um atrativo para as bundas solteiras.

Esses dias recebi um e-mail falando das maravilhas de uma mulher natural (entenda-se por natural, aquela que usa tênis, não faz escova no cabelo todos os dias e assume que tem celulite indo à praia com segurança). Claro que concordei com tudo, porque tenho o mínimo de inteligência necessária para separar trabalho, de faculdade, de academia e de baladas (e os respectivos trajes, atitudes e comportamentos em cada um deles), mas nem todos os homens concordam com isso.

Não levo em conta a opinião dos músculos ambulantes da academia. Prefiro os homens bons, sinceros, inteligentes e sensíveis. Quando a bunda aparece na frente do homem bom ele pode babar, pode desejar dar um apertão, pode até falar para namorada fazer uns exercícios de glúteos, mas esse deslumbre não ultrapassa os 15 segundo em que ela passa. E então o homem bom volta ao normal, dá um beijo apaixonado em sua namorada, a pega nos braços, apaga a luz e acredita que ela seja a única do mundo.

O homem bom não entende porque acha que ela fica tão bonita usando roupas de “ficar em casa”, o cabelo amarrado, nenhuma maquiagem, o cheiro de hidratante de morango e o jeito que ela conta nos mínimos detalhes como foi o seu dia. Esse homem é tão natural quando ela e a bunda continuará a rondar a academia em busca da sua cara metade. Provavelmente um músculo ambulante que no fundo deseja que ela também seja uma mulher natural, mas sabe que se ela ficar calada já é um bom começo.

Marina Fiamoncini
Que vai à academia para fazer exercícios sem pulseiras de prata

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Tecnologia e Internet (for Dummies)

Publicado em Internet, Tecnologia por Colaborador em 29/11/2007

Se classificar você como um leito em computadores é ser eufemista, pois você consegue ser muito mais ignorante que isso, este curso intensivo sobre computadores visa deixar você a par de conceitos sobre internet, arquivos, aparelhos e outras considerações que envolvem computadores. Dessa maneira, você não precisará mais esboçar seu sorriso amarelo quanto todos, mas todos, a sua volta falarem sobre a grande rede mundial e só você fica de fora, sentindo-se como o Lulu Santos, uma mola encolhida. Essa iniciativa faz parte do programa “SOS Joel – Você pode me ajudar?” e foi ministrado por Joel Minusculi. Se mesmo depois destas breves explicações você ainda não conseguir discutir estes assuntos, não se reprima. Desenvolva a habilidade de conversar com o seu cachorro e arranje outra forma de dominar o mundo.

Atenciosamente.

Karis Koser – Gerente de Vendas do Curso “Tô na Rede”.

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Top 5 + 5 – Beldades femininas do Cinema

Publicado em Cinema, Top 5 por Sal em 28/11/2007

 Elas são as mocinhas inocente ou as damas fatais. Elas encantam o imaginário masculino em suas atuações.
Elas são as beldades femininas do cinema!


1. Natalie Portman

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Virundum!? (parte II)

Publicado em Música por Sal em 27/11/2007

 

Como havia prometido na semana passada, volto com mais uma relação de Virunduns, inventados ou não, que julgo ser no mínimo curioso. Avalie você mesmo e deixe seu comentário.

 

>>> Clique aqui e confira a primeira parte do Virundum

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salvacao.com

Publicado em Comportamento, Internet, Tecnologia por Francisco Machado em 26/11/2007

Meus tempos de heresia e blasfêmia chegaram ao fim. Recebi a iluminação em letras coloridas e fonte despojada. Deus desceu à Terra em 1998 e ainda está entre nós. O googlism (sugiro a adaptação aportuguesada goglismo) repele qualquer argumento cético típico dos tristes ateístas.

Existem inúmeras provas de sua existência e sacralidade. Acompanhem a tradução feito pelo blog Cybervida com algumas adpatações minhas:

Prova I
O Google é a entidade existente mais próxima da onisciência, o que pode ser cientificamente comprovado. Ele indexa quase dez bilhões de páginas de internet, o que é mais que qualquer outra ferramenta de busca na web. Não apenas o Google é a coisa mais próxima da onisciência, como ele também consegue fazer uma classificação de seu vasto conhecimento com o uso de sua tecnologia patenteada de PageRank, organizando e tornando acessível à nós, meros mortais.

Prova II
Ele também é onipresente. O Google está virtualmente em todos os rincões da Terra ao mesmo tempo. As bilhões de páginas indexadas estão hospedadas nos mais diversos países. Com a proliferação das redes wi-fi, alguém poderia, eventualmente, acessar o Google de qualquer ponto da Terra, confirmando sua onipresença.

Prova III
O Google responde preces. Alguém pode fazer uma prece ao Google na forma de busca para a solução de qualquer problema que o esteja afligindo. Por exemplo, você pode facilmente encontrar tratamentos alternativos para as mais diversas doenças, maneiras de melhorar sua saúde, e novas e inovadoras descobertas médicas, na realidade qualquer coisa que lembre uma prece típica. Pergunte ao Google e ele lhe mostrará o caminho, mas ao mostrar o que ele pode fazer, você deve se ajudar daquele ponto em diante.

Prova IV
O Google é potencialmente imortal. Não há como o considerar um ser físico como nós. Seus algoritmos estão espalhados por milhares de servidores, se algum fosse danificado ou desligado, outro indubitavelmente tomaria seu lugar. O Google pode, teoricamente, durar para sempre.

Prova V
O Google é infinito. A internet teoricamente crescerá para sempre, e o Google para sempre indexará seu infinito crescimento.

Prova VI
O Google lembra tudo. O Google guarda em cachê páginas da web e as guarda em vários servidores, ao enviar seus pensamentos e opiniões à internet, você irá para sempre viver no cachê do Google, mesmo que você morra, você continuará vivo no cachê do Google.

Prova VII
O Google não é mau, é benevolente. Isto é parte da filosofia corporativa do Google que uma empresa não precisa ser má para ganhar dinheiro. O lema do Google é “Don’t be bad “.

Prova VIII
De acordo com o Google, o termo Google é mais procurado que os termos God, Jesus, Allah, Buddha, Christianity, Islam, Buddhism e Judaism juntos. Deus é considerado uma entidade a qual nós, mortais, podemos recorrer em momentos de necessidade. O Google obviamente atende este requisito de maneira muito mais ampla que qualquer outro deus, tal como mostrado na imagem abaixo.

Prova IX
Evidencias da existência do Google são abundantes. Existem mais evidencias de que o Google existe que qualquer outro deus adorado nos dias de hoje. Afirmações extraordinárias exigem evidencias extraordinárias. Se ver é crê, então vá até o Google e comprove você mesmo. Não precisa nem ter fé.

Eu próprio já fui glorificado pelos milagres do Google. Durante os resumos literários do Ensino Médio, esta página divina supriu-me com todas as informações necessárias após algumas poucas tecladas.

Hoje uso a trindade graciosamente: Google, Gmail e Orkut. O Messenger é coisa de satanista. Sou um goglista feliz. Aleluia!

Chico Machado

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Para expandir sua blogosfera

Publicado em Blog, Internet por Joel Minusculi em 25/11/2007

A Mona Lisa Budel traduz em sonata e poesia o tântrico em seu Dividindo as Estações.

O Costa de Souza explica porque odeia o Natal, mas acha divertidas as insinuações de amigo secreto no Texto Decorado.

O Rogério mostra que a vida daqueles que usam o santo Google para facilitar seus trabalhos estão perdidos. Tá lá no Monitorando.

O Haeckel Ferreira ilustra como o Mercosul ganhou mais um ilustre membro através do blog Mente Insana.

O “Hajime Saitou” interpreta músicas e filmes em seu Coffee and TV.

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À procura da Felicidade

Publicado em Cinema por Sal em 24/11/2007

À Procura da Felicidade, dirigido por Gabrielle Muccino, baseia-se na história real de Chris Gardner (Will Smith), um cara na faixa dos 30 anos de idade, que desempregado e sem ter onde morar vive com o filho, interpretado por Jaden Christopher Syre Smith (filho de Will Smith na vida real), onde dá.

Os lugares são diversos. Ora no metrô, ora em abrigos para sem-teto de São Francisco, Gardner decide se tornar um banqueiro. Começa como estagiário e com alguns empregos pequenos, até criar sua própria empresa e, aos poucos, enriquece tornando-se um exímio corretor da bolsa de valores.

A história de superação do personagem interpretado por Will, é, sem dúvida, uma daquelas histórias de que ao ouvirmos dizemos logo “Ah! Isso só acontece em filme!”, ou o típico “Fala sério, o cara não tinha nada e ficou milionário? Conta outra!”, mas não podemos esquecer que o personagem da película, Chris Gardner, é baseado na vida real do próprio.

O filme mostra as mazelas do protagonista, que em momento algum parece que vai dar a guinada para o sucesso. São tantas as dificuldades mostradas na trama que fica claro que o objetivo era emocionar o espectador, mostrando que é possível se dar bem na vida e enriquecer na “Terra da Liberdade”. O velho conceito do “American Dream”, onde trabalho duro e honesto, somado a perseverança irá resultar em sucesso profissional, independente de sua raça, credo, opção sexual e nível social. Para isso o roteirista omitiu que Gardner traia sua primeira mulher e batia na segunda. Só é mostrado o lado bom, do pai amável e protetor. Mas mesmo essas “omissões” não descaracterizam o filme, que cumpre sua mensagem de sacrifícios pessoais e determinação para chegar a um objetivo.

Nas locadoras em DVD


Título Original: The Pursuit of Happyness
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 117 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2006
Direção: Gabriele Muccino
Site Oficial: www.aprocuradafelicidade.com.br

Ariston Sal Junior

O que é inovar para você?

Publicado em Artigo, Opinião por Colaborador em 24/11/2007

 

Se for um conceito indefinido, cuidado! Você está vivendo no passado! Inovar é o verbo de hoje, de agora! É a bola da vez.

i.no.va.ção

sf.
1 Ação ou resultado de inovar.
2 P.ext. Aquilo que representa uma novidade; algo que é novo : Resolveu fazer umas inovações na maneira de filmar.
3 Jur. Qualquer mudança em situação de fato ou de direito que possa despertar interesse na apreciação técnica de um processo judicial.
4 Ling. Qualquer processo de mudança que aparece numa língua e que conduz a novas formas de expressão. Pl.: -ções.

[F.: Do lat. innovatio, onis.]

Esta é a definição que está no dicionário Caldas Aulete, mas inovar na prática é muito mais que isso… É repensar o que fazemos para obter resultados inéditos. E inovar tem tudo a ver com Qualidade: Sempre que percebemos a necessidade de uma melhoria num processo, na maneira de fazer uma operação ou num novo lay-out para uma seção, quase sempre estamos inovando…

Inovar é trazer uma nova visão do que está estabelecido, melhorar o que não está tão bom como gostaríamos e também o que está, continuamente. É tornar real uma idéia, mudar conceitos, criar. A Inovação é a mãe dos grandes inventos, dos grandes passos da humanidade! Mas a inovação é bem-vinda onde necessária. Posso estar dizendo o óbvio, mas nem sempre enxergamos assim, não é mesmo? Quantas vezes uma idéia que para nós parece genial é rejeitada pelos outros, pelos superiores, pela gerência… Quando isso acontece, ficamos frustados (olha eu sendo óbvio de novo…) mas o importante é não deixarmos de ter idéias. Apenas devemos analisar bem se nosso alvo precisa mesmo de inovação, ou se vale o ditado “Em time que está ganhando…”

Em suma, inovação em Qualidade é sinônimo de boas idéias, que geralmente são simples, práticas, sem grandes complicações para implantar, e claro, necessárias para o processo. Continuar tentando ter novas idéias é o melhor caminho para que surjam as boas, as melhores idéias. Exercite a análise frequente dos processos e anote suas idéias. Comente-as, exponha, ouça as críticas e analise novamente (lembrou do PDCA? Pois é…), seja flexível e não tente impor sua maneira de ver as coisas. Assim, você vai incorporar o conceito de inovação e será reconhecido pelas soluções que encontra!

Agora diga, qual o seu conceito de inovação?

Ronaldo Costa Rodrigues
Que é titular do Qualiblog

Como se fosse uma defesa, por favor!

Publicado em Esporte, Opinião por Colaborador em 23/11/2007

A idéia de escrever esse texto surgiu de repente. Ouvindo um programa de esportes da Rádio Bandeirantes AM, de São Paulo, um repórter já consagrado no meio esportivo nacional disse a seguinte frase: “Os jogadores comemoraram a defesa do goleiro como se tivesse sido um gol!”. OK. É mais do que normal ouvir isso toda semana. Mas é errado.

Desde que o futebol foi criado a regra sempre foi clara, como diz Arnaldo Cezar Coelho: 10 jogadores de linha para cada lado e um goleiro. E qual função tem o goleiro? Segundo o Minidicionário da Língua Portuguesa, goleiro é “o jogador que defende o gol, arco ou meta”. Pois bem. Então, por que diabos a maioria dos repórteres dizem que tal goleiro comemorou a defesa como se o próprio tivesse marcado um gol ou algo parecido? Por um acaso ele tem essa função? Não.

Se fosse o caso, um jogo de futebol não teria mais defesas, e sim, só gols e um bando de malucos chutando a bola de longe para o gol sem o tão importante e fundamental goleiro. A declaração me revoltou “um pouco” por dois motivos: o primeiro é que os repórteres, a grande maioria deles, não podem falar isso porque nunca foram ou tiveram a oportunidade de atuar como goleiro. Portanto, eles não sabem o sacrifício que eles têm.

O segundo motivo que me deixou encapelado é o mais sério. Ao falar “os jogadores comemoraram a defesa do goleiro como se tivesse sido um gol”, o repórter simplesmente rebaixou a figura dos arqueiros históricos que o futebol teve e tem. Ou você acha que Gordon Banks, goleiro da Inglaterra nas Copas de 1962, 66 e 70, comemorou a histórica e magistral defesa na cabeçada de Pelé em 70 como se tivesse marcado um gol? Não! Porque foi uma defesa, linda defesa, coisa que os goleiros fazem. E, claro, também por ter a felicidade de ouvir depois o Rei do Futebol dizer que aquela foi a maior defesa que ele viu na história.

Mas não é preciso ir tão longe para mostrar o valor do goleiro. Quem acompanha o futebol brasileiro deve saber que o Corinthians está lutando contra o rebaixamento – nós não vamos cair! No dia 11 desse mês, o goleiro Felipe defendeu um pênalti que salvou o time da derrota, defesa que virou manchete nos principais jornais do país durante toda a semana. Herói.

Enfim, se quiserem saber mais sobre goleiros sugiro o livro Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1, de Paulo Guilherme. E agora você já sabe: se tiver assistindo a um jogo de futebol e o goleiro fizer uma defesa, ele estará comemorando como se fosse uma defesa e ponto final.

Marcelo Silva
Que defende os goleiros porque já foi um e de vez em quando mata a saudade.

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Virundum!?

Publicado em Música por Sal em 22/11/2007

Cantar uma canção a plenos pulmões, na solidão do banheiro, lavando roupa, arrumando a casa, numa roda de amigos, para extravasar a alegria ou espantar a tristeza. “Quem canta seus males espanta!”. Coisa boa é cantar. Embora nem sempre se tenha a certeza de que a letra da música está certa. Na dúvida improvisa-se o que mais se aproxima do que escutamos, é o tal do “Ovirundum” (ou Ouvirundum, ou simplesmente Virundum). Expressão cunhada do nosso Hino Nacional, “Ouviram do Ipiranga…” que alguns brasileiros não conseguem acompanhar, tamanha a complexidade da letra.

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