Where’s Waldo?

Publicado em Imagem, Internas por Francisco Machado em 14/04/2008

Dê alguns anos a um desocupado e megalomaníaco artista e você terá isso. The Picture of Everything é provavelmente a maior aglutinação de personagens pops numa só figura. O artista Howard Hallis começou a desenhá-la em 1997, quando decidiu acompanhar o Homem-Aranha de vários outros heróis. A partir daí a brincadeira cresceu, e hoje o Super Homem divide espaço com os Beatles, o Speed Racer e 490 pokémons.

Quem tiver paciência pode dar zoom na gigantesca imagem e distingüir facilmente cada um dos personagens. Certamente é algo a se pensar para eu colar na parede quando eu tiver um barzinho.

Isso que é Onde está Wally? para machos.

Chico Machado

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Quando nasce o sol

Publicado em Literatura por Joel Minusculi em 11/04/2008

Naquela manhã, o sol levantou mais cedo: o galo estava com insônia. Não que houvesse algum motivo astronômico que alterasse a órbita do sistema planetário. Muito menos que a ave tenor estivesse com olheiras profundas e um cantar debilitado. Mas essa era a impressão de Marcos, quando o cocoricar de Astolfo, o galo, começou a retumbar dentro da sua cabeça.

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Atualização

Publicado em Literatura, Site por Colaborador em 10/04/2008

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Liveplasma

Publicado em Cinema, Música, Site por Joel Minusculi em 09/04/2008

Se você gosta de procurar, procurar e procurar coisas na internet, mas às vezes cansa, use o Liveplasma. Nesse site você digita o nome de um artista, banda, filme, diretor ou ator. Depois você clica na categoria referente. Aí confere um mapa conceitual de pessoas ou temas relacionados. O serviço não conta ainda com todos os nomes que existem, mas tem muita coisa interessante. Vale a pena pelo visual moderno e pela praticidade.

Joel Minusculi
Que caiu de vez nessa rede

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Computer Age

Publicado em Crônica, Música, Vídeo por Colaborador em 08/04/2008

Caros Amigos,

Misture a vida de aposentado com a vida de separado e voilá, você tem um técnico em tudo.

Eu já desconsertei dois microondas, um liquidificador e em breve minha casa vai ser iluminada por candeias.

Antes disso, vou fazer o inédito – minha obra prima – coisa que ninguém faz, tcham, tcham, tcham, tcham, vou “limpar o computador”.

Chamei o programa, bonitinho, todo azul com um uns odômetros no meio.

Devem ser para medir a velocidade com que vou precisar comprar outro.

Aí diz; “press the key enter…”

-Pressei

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Ex viado existe sim!

Publicado em Comportamento, Literatura, Relato por Colaborador em 04/04/2008


Música para rebolar…

Na verdade esse texto é mais um pedido de desculpas do que um texto de qualquer sobre sexo que vocês estão esperando de mim. Afinal, eu criei uma dúvida, confirmei essa dúvida, e agora tenho a obrigação de desmentir essa confirmação para todos meus amigos.

“Afinal, o Rebolativo é bixa ou não?”. Essa foi minha dúvida durante três anos. Aliás, três longos anos. No começo, a gente olhava, analisava, e preferia chegar a conclusão que era o estilo dele. Aquele cabelo bagunçadinho, sempre de preto branco ou bege, jeito discreto e com um rebolado que falta em muita aspirante a dançarina do créu. Uma aproximação rápida há mais de um ano, dei em cima sem muito sucesso até que: namorando no orkut. Pronto, a dúvida tinha evaporado. Tá certo que muita gente não acreditou. Mas eu sou daquelas que acredita no que vê, então… Esse ano, por ironia do destino, ele cai de paraquedas em minha vida. Um barzinho, uma volta pra casa na Praiana, e uma notícia bombástica de uma amiga: “Ele é gay sim! Eu já vi ele ficando com váriOs”. Sim, meu mundo desabou ali. Por que depois de tanto tempo vem alguém e desenterra essa dúvida de mim? Aliás, por que depois de tanto tempo vem alguém e me dá essa resposta? Lógico que como uma boa fofoqueira assumida, eu contei pra todo mundo que ele era definitivamente gay, e que a resposta vinha de fonte seguríssima. Bah, o que eu não imagina era a repercussão que isso teria entre os demais fofoqueiros de jornalismo. Conformada com a situação, por que não ser amiga do bixinha? Eles são tão fiéis né?

Acontece que mês passado, teve um pagodinho por aí.. e adivinhem!! Eu peguei o rebolativo! Ninguém acreditava. Muito menos eu! A idéia de ter ficado com ele, imaginando que o amigo que estava junto era o namoradinho, era uma coisa muito complexa pra mim. Mas, o que mais importava era que finalmente eu tinha ficado com ele. :)

Mas, como a dona Helena não sossega, outra dúvida surgiu. Ele dá ou come? Bah.. isso deu o que falar. Todo mundo que dizia, que seria melhor se ele comesse. A Julinha ainda dizia que era LÓGICO que o melhor era ele comer, pois assim, se ele me comesse, seria por instinto. Eu, como minoria, preferia que ele fosse a mulherzinha da relação. Lógico! Pensem comigo: Ele dá. Gosta de dar e é acostumado a dar. Se ele me comesse, seria um mérito meu! Se ele é bixa e come uma mulher, nossa, não tenho nem palavras pra descrever essa vitória. Eu rezei tanto que deu certo. A mesma fonte seguríssima me contou que ele era passivo. Palavras estas, ditas da boca do próprio Rebolativo. Nossa que alívio. Juro! A Julinha ficou indignada né, como o resto. Piadinhas e comparações não faltaram. Resumindo: eu “amava” uma bixinha.

MAS, quem me conhece sabe muito bem o quanto eu sou desconfiada, e sempre acho um furo nas histórias que me contam. Primeiro, a fonte seguríssima não tem o Rebolativo no orkut. Segundo, ela nunca dá oi pra ele quando passa no corredor. Porra, a pessoa tem que ser muita amiga pra ganhar uma confissão do tipo “sou passivo” né?!!! Mas não pensei duas vezes. Perguntei logo pro meu bixinha se ele conhecia a fonte seguríssima. Resposta? Não!

Gente, meu sangue ferveu! Eu jurei de morte aquela criatura que tinha brincado com uma coisa tão seria pra mim! E quem passa no corredor justamente no momento da jura de morte? Aham, a fonte. Bom, pra quem viu, foi uma cena inesquecível. Não vou contar toda a conversa porque palavras não são suficientes.. tem coisas que eu só conto se puder representar! Senão perde toda a graça.História tirada a limpo, era hora de falar com minha bixinha né?! Contei pra ele o pequeno mal entendido e tive a simples e feliz resposta “Não sou viado”. Não preciso de mais nada… por enquanto!

Sobre o Rebolativo? Não é viado, até que ele me prove o contrário.

Helena Schröder
Que “ama” o Rebolativo até mesmo se for assexuado.

Não precisa mudar

Publicado em Comportamento, Música, Vídeo por Marina Fiamoncini em 03/04/2008

 

“Vou me adaptar ao seu jeito, seus costumes, seus defeitos” é um trecho da música que Ivete Sangalo canta. É o que também faz muitas pessoas suspirarem e decidirem que se “acostumar” é o melhor a fazer, já que tentar mudar uma pessoa é não aceitá-la do jeito que é. E o amor precisa aceitar tudo, certo? Nem sempre.

Quando alguém se adapta aos costumes de outra pessoa muitas vezes os adquire. Se isto significa imitar algumas boas manias, todos só tendem a ganhar. Agora, quando os dois se tornam insuportavelmente chatos, unindo seus piores defeitos, é preciso rever os conceitos da letra.

Muitas vezes tudo está indo super bem, mas tem um defeito aqui, outro ali, alguém começa a implicar… De repente você já está se sentindo pressionado (ou pressionada, todos são vítimas!) a mudar aquela maneira de ser que já está lacrada em você, como um código de personalidade.

Por muito tempo, eu pensei que as pessoas realmente tinham preferência pela sinceridade e transparência nas relações, mas não é raro encontrar alguém que “mudou” depois que encontrou o “amor da sua vida”. Estar com alguém que age como um robô fabricado para suprir às suas necessidades não é algo verdadeiramente romântico.

Muitas vezes, não adianta questionar a pessoa e dizer que isso a está prejudicando, ela não se dá conta que essa mudança não faz parte da sua personalidade. Não estou dizendo que é errado preferir estar com quem se gosta às badalações do final de semana! Existe uma diferença grande entre valorizar e ser o famoso “pau mandado”.

Concordo ainda que as metamorfoses ambulantes mereçam respeito, mas quando isso parte de dentro de si, como uma evolução do ser, como uma mudança pressionada pelas experiências vividas e que não surtiram o efeito desejado. Quando é nos imposto que sejamos outra pessoa a situação decepciona quem já lhe conhecia e você passa a ser visto como um simples “otário”.

Estar com alguém é crescer, é realizar seus sonhos, é compartilhar idéias, é ter em quem se apoiar nos momentos difíceis. O egoísmo e a individualidade acabam com o amor, mas o respeito não. Por isso que eu acho que a letra da música deveria ser assim: “não precisa mudar, vou respeitar o seu jeito”.

Se a música também diz que “a gente sempre se esquece de tudo o que passou”, pode acreditar que não. Ninguém esquece de cobranças absurdas, de ciúmes excessivos e da perda de tempo se dedicando a alguém que não move um palito para lhe fazer feliz. Trágico, não? Mas o respeito ainda é a melhor solução para as diferenças. Afinal, encontrar alguém tão parecido com você tem outro nome: amigo.

Você pode ler esse texto até o final, dizer “ok, garota, eu já entendi”, fechar a página e na primeira oportunidade ser vítima de uma pessoa manipuladora. A gente não tem como mandar nos sentimentos mesmo. Mas eu defendo a idéia de que aquela “bosta de namoro” que você teve, não será uma frustração se você aprender com isso.

Quando você sair do estado de transe e se dar conta que foi usado por alguém, chore por três dias. Depois espere que a outra pessoa entenda seu jeito, você entenda o dela e sejam felizes para sempre até o primeiro desentendimento. Aí, se não houver jeito, cada um vai pro um lado ser feliz a sua maneira. Não precisa mudar, mas você também não precisa aturar tudo por “amor”.

Marina Fiamoncini
Que se acha a conselheira amorosa do blog

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Samambaia Sound Club – Entrevista Coletiva

Publicado em Música, Vídeo por Colaborador em 02/04/2008

Na última quarta-feira (26.03) a Samambaia Sound Club, por vias do lançamento do seu primeiro videoclipe, reuniu a imprensa num hotel no centro de Florianópolis para uma coletiva.  

Lá a banda mostrou o vídeo em primeira mão, além de indicar os planos do grupo para o ano de 2008.

O Estado de SC passa por um momento de efervescência cultural grandíssima, muito provavelmente nunca vista antes em sua história.

Com vocês mais um TRÂNSITO MUSICAL! 

 

 

Um abraço,
Antonio Rossa

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When I’m Sixty-Four

Publicado em Música, Vídeo por Colaborador em 01/04/2008

 

O texto de hoje é continuação de Táxis, Ultraleves e Ultravelhos

No final de 1966, a gravadora EMI pressionou Brian Epstein, empresário dos Beatles para que houvesse algum lançamento novo do grupo visando as vendas do Natal.

Tiveram que se contentar com uma coletânea de sucessos da banda, que incluía apenas uma canção desconhecida do público inglês, a regravação de Bad Boy, antigo sucesso de Larry Williams.

Verdade é que os Beatles estavam trabalhando e muito no que viria a ser o próximo álbum da banda.

Três faixas estavam sendo gravadas naqueles dias de Novembro e Dezembro de 1966, “Penny Lane”, “Strawberry Fields Forever” e “When I’m Sixty-Four”.

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