Um momento bem brasileiro

Não vou dar opinião, todos sabem o que penso da Igreja Católica. A história do mundo conta diversos massacres, mas não conta que a igreja católica vem enterrando vivos, milhões de seres humanos na obscuridade da estupidez e da ignorância. Depois a Igreja reclama que vem perdendo fiéis…
Alô Igreja! Demora, mas o povo percebe a falcatrua, ok?
Até nosso etílico presidente abriu a boca contra o demenciado bispo…
É fato acadêmico que qualquer religião organizada tem como meta a mera e infame manutenção de um poder institucional.
Há muito, nenhuma delas se preocupa com a fé.
E entre tantos crimes e desmandos, temos atitudes vergonhosas como esta do esclerosado bispo, devidamente apoiado por um vaticano mais reacionário do que nunca.
Deus é grande, mas seus auto-intitulados representantes aqui embaixo, deveriam estar mais abaixo, lá nas profundezas que eles dizem acreditar…
Fariam um serviço mais honesto vendendo carnês do Baú da Felicidade!!!
Não nego um sorriso amargo ao reconhecer a criatividade do cordel que recebi do Thomas.
Alguém ainda lembra de cordéis, folclores, de nossos costumes em geral?
Vou explicar em versos do grande repentista Mick Wilbury;
FOLCLORE E COSTUMES
(Mick Wilbury)
O tal bumba meu boi
Não importa se já se foi
E mesmo o caipora
Nunca teve tão por fora.
Saci Pererê
Ninguém viu, ninguém vê,
Bom é comer capim
Celebrando “raluin”.
Mas tem muito mais desgraças,
Um dia vai ter peru e ação de graças
E pra chegar lá no fim,
Dia dos namorados vira São Valentim
Oh menino! Sozinho na igreja?
Que Deus te proteja!
O padre com certeza,
Não vai te dar moleza!
E “vamo” em frente que atrás só tem demente!!!!
Mick Wilbury
Que transcreve abaixo o cordel Que recebeu de seu amigo Thomas
Blog – Ouvidoria Sexual
http://ouvidoriasexual.wordpress.com/
Todos os dias, qualquer um de nós reservamos um tempo para nos suprir de necessidades sexuais que não temos com nossos parceiros. Procuramos na internet pessoas para compartilhar essas vontades e desejo e isso acaba se tornando um lado B de nossas vidas.
Várias histórias acontecem todos os dias. Aquela pessoa que você conversou a noite pode ser aquela que te pediu desculpa de manhã cedo no onibus no caminho para o trabalho. Queremos reunir aqui as melhores histórias sexuais, as publicavéis e as impublicavéis. As loucuras que nem as paredes mais éticas do mundo conseguem esconder.
Seu nome não será divulgado e sua identidade será mantida em total sigilo.
Mande sua história para o nosso e-mail, com idade, cidade e estado e com as inicias que deseja ser identificada (o). Aceitamos depoimentos, fotos (sem rosto, por favor), declarações, perguntas. Tudo que é relacionado a sexo é bem vindo.
Ouvidoria Sexual
O Sal da Terra

Agonizava… e nem êle mesmo sabia disso. Sua vida passava diante dos olhos qual velha película desbotada, com estranhos “flashes” e brilhos pelo meio, as imagens incomodamente velozes, como se tivessem vergonha do que mostravam. Já não via o mundo; já nem havia mundo para êle, nos estertores da morte, o corpo inchado e disforme pela ingestão prolongada de bebidas, todas elas.
Top 5 – Cinema 2008
O ano que está quase acabando não foi muito produtivo para a indústria cinematográfica. Continuações forçadas e blockbusters decepcionantes marcaram as salas de cinema em 2008. Ainda assim, ainda é possível destacar cinco produções que estrearam por aqui (alguns filmes listados são de 2007, mas aportaram no Brasil apenas nesse ano) e cinco que, por incrível que pareça, conseguiram ficar abaixo da média. Detalhe: a lista é baseada nos filmes que assisti no cinema ao longo do ano, ou seja: não falo do que não sei e a lista dos ruins possui uma certa defasagem, porque tem filme ruim que eu nem me dignei ao trabalho de assistir!
TOP 5 MELHORES
1. Across the universe
O musical dirigido por Julie Taymor é, sem dúvida, o filme mais bacana que estreou por aqui em 2008. Trata-se de um ótimo tributo à geração “Beat”, com direito a músicas do quarteto de Liverpool embalando o romance de Lucy e Jude (sacou o trocadilho?). Ele ainda é ambientado nos movimentos dos jovens contra a guerra no Vietnã e conta com homenagens a personagens como Janis Joplin e Jimi Hendrix. Até para quem não gosta de musicais, vale dar uma conferida.
2. Senhores do crime
Uma das grandes injustiças do Oscar de 2008, Senhores do Crime a princípio é mais um filme de máfia. No entanto, o mistério em torno de um bebê cuja mãe era alvo da máfia russa envolvem a médica interpretada por Naomi Watts em um enredo violento e surpreendente. Ponto para a ótima atuação de Viggo Mortensen.
3. Onde os fracos não têm vez
Se Senhores do Crime foi o grande injustiçado do Oscar, não podemos dizer o mesmo de Onde os fracos não têm vez. Foi ele que deu o grande prêmio da noite aos irmãos Cohen que, depois dessa, deveriam desistir de vez da comédia. Uma perseguição bem western consagrou o ator Javier Bardem com o Oscar de melhor ator coadjuvante. Aliás, coadjuvante não sei de onde, afinal, ele rouba a cena praticamente o filme inteiro. Impossível não prender a respiração cada vez que o assassino entra em cena.
4. A família Savage
Mais um filme de 2007 que teve uma passagem discreta pelas salas brasileiras. A história é sobre dois irmãos de meia-idade que levam suas vidas solitárias até que a debilitada saúde do pai os reúne em busca de mais dignidade para os últimos momentos de vida do velho. Brilhantes interpretações de Laura Linney e Philip Seymour Hoffmann que nos fazem repensar essa idéia de que não precisamos de mais ninguém em nossas vidas. Pelo menos eu repensei isso.
5. Vicky Cristina Barcelona
Woody Allen finalmente voltando a ser Woody Allen! O divertido triângulo amoroso entre Javier Bardem, Scarlett Johansson e Penélope Cruz devolveu o gás que Allen apresentava em tramas como Noivo neurótico, noiva nervosa. A troca de Nova York por Barcelona e a presença da atriz espanhola tornam a trama interessante e divertida, o contrário de suas duas últimas produções.
TOP 5 PIORES
1. Super-herói – o filme
Como já disse, não posso afirmar que foi o pior filme do ano, mas sem dúvida foi o pior que eu vi! Sei que lançaram um no mesmo estilo, mas aí foi demais pro meu bom-gosto. Super-herói – o filme é um daqueles filmes estilinho Todo mundo em pânico, exceto pelo fato de que esse não é engraçado. Eu, pelo menos, não achei graça! Gente, filme de super-herói teve a granel nos últimos anos, eles tinham muitas referências legais pra satirizar! Filmes desse gênero têm tudo pra serem inteligentes, coisa que esse aqui nem almeijou ser!
2. A múmia 3
Mais uma daquelas continuações desnecessárias. Tipos, apesar de ser daqueles filminhos de Sessão da Tarde, eu achei os dois primeiros filmes legaizinhos, ponto. Não precisava de um terceiro! Trocaram Rachel Weisz por Maria Bello, fizeram o Alex muito velho, fizeram uma trama completamente desconhecida e absurda e ainda queriam que a gente caísse nessa! Assim como Super-herói – o filme, mais uma comédia que não me fez rir.
3.Quase irmãos
Só assisti a esse filme pra cumprir a minha quota de idas ao cinema do ano e pra dar uma chance às comédias, que há algum tempo não assistia no cinema. Quando comecei a ver Quase irmãos, me lembrei do porquê. Tá, até que essa comédia me fez rir, mas o roteiro é completamente for dummies. Existe um motivo para eu não gostar de Will Ferrel. Pegaram aquela história dos caras mais velhos que ainda moram com os pais, que poderia ser bem trabalhada, conheço muitos casos assim, mas fizeram como se eles fossem dois doentes mentais! Fraco, fraco…
4. Última parada 174
Quem me conhece, sabe que eu dou todos os descontos possíveis para os filmes nacionais. E, realmente, algumas das últimas produções daqui me supreenderam nos últimos tempos. Não foi o caso de Última parada 174. Ficou naquele enredo lugar-comum que já foi muito bem representado por Cidade de Deus e Tropa de elite, nada de novo. Além disso, criou uma versão mirabolante da história do Sandro (seqüestrador da linha 174) e caíram naquela bobeira de inocentar bandido, coisa que pra mim não cola. Fique com o documentário Ônibus 174, de José Padilha, que o enriquecimento cultural é bem maior.
5. Indiana Jones 4
Então né? Essa moda de ressucitar heróis que já freqüentam geriatras parace que veio pra ficar. Acho uma pena mesmo que tenham aprontado essa pra cima do Indie. Se serve de consolo, até que o filme começa bem, com boas referências dos filmes anteriores. Mas né? Não cola mais Harrisson Ford com aquele agilidade toda! Poderiam dar um certo ar de derrota pra ele, como fizeram com o Mr. Balboa. Tá, isso a gente até atura… mas o lance dos ETs? Sério? Naonde acham que isso tem a ver com as aventuras do Indie? Forçou a boa vontade dos espectadores.
Luciana da Cunha
Que não viu e não gostou de Rambo IV
O Natal e o Telefone

Nesta época prosaica chamada Natal, comemorada por todos, por católicos e judeus… Sim, os judeus também comemoram; abrem a lojinha mais cedo e trabalham aos sábados. Até os hassidianos dão uma mão no balcão.
Tudo é luz no céu do Iraque, onde as armas de destruição em massa, encontradas, era um pau de macarrão e um bando de americanos que apareceu por lá, sem nenhum convite.
O clima anuncia a chegada do Messias, aquele que é dono de uma loteca, onde filas se formam tentando na sorte o que o mundo lhes nega no dia a dia.
Esta é a época em que o telefone não para.
-Alô?
- Aqui é do Retiro dos Artistas, estamos angariando doações para o Natal…
- Ahm, o fulano de tal está aí?
- Está sim, é um dos nossos artistas mais queridos…
- E a beltrana?
- Também, também, mas tá velhinha…
- Mas não foram eles que participaram ativamente do cinema pornô e das daquelas chanchadas que o John Herbert atuava? Eles não viviam na Praça Julio Mesquita, ali onde ficava o cine Oásis? Alô, hein? Desligou…
O movimento de Natal é enorme em todos os lugares, nas delegacias, por exemplo…
- Socorro, fui assaltado!
- Gervásio, traz o bloco de ocorrências, meu filho.
- Doutô, tá cheio…
- Então arruma uma folha em branco. Vamos lá senhoria! O que é que roubaram de vossa senhoria?
- Minha fé!
Ri o delegado, ri o Gervásio, riem todos no recinto.
- Ah! Vossa senhoria é ótimo! Faz séculos que não se rouba o que não se tem. Não é possível, entende?
- Mas e o espírito de Natal?
- Propaganda senhoria, propaganda.
- Mas e o “amais uns aos outros”?
- Oh senhoria, foi o Washington Olivetto que bolou pra vender o primeiro soutien. “Amai um ao outro”, manja?
- Mas e a fraternidade, o respeito, a bondade…
- Senhoria, lamento ser portador de más notícias, mas na Arca só entraram animais, talvez isso explique alguma coisa…
Nada de qualquer modo deve manchar a celebração.
Famílias se reúnem, parentes se vêem pela primeira vez desde o último “enterro dos ossos” do ano anterior, ou algum enterro mesmo.
Na sala os netos adolescentes entretêm vovó, pobre velhinha, lotadinha de Alzheimer até os cabelos…
Demian, o neto mais agitado, cochicha no ouvido da vovó:
- Vó, a senhora tem “superpoderes”, se a senhora correr com tudo, a senhora pode atravessar a parede.
Não falta amor; logo após o baque surdo e do tombão, veio o pessoal com água oxigenada e gelo.
Nada como família.
É o amor em suas diversas facetas, não?
E o telefone não dá folga.
- Aqui é da Casa dos Leprosos, será que o senhor pode ajudar…
- Olha, posso enviar Kleenex, caixas de Kleenex e torcer pra nenhum deles ficar resfriado.
- Como assim?
- Moça, se um deles espirrar o Natal de vocês vai ter neve pra todos os lados! Vai parecer chuva de Mandiopã… Alô?
Demian é mais agitado que seu primo de primeiro grau, o Demo.
- Vó, vamos lá no terraço. A senhora assiste Heroes? Não conta pra ninguém, mas a senhora tem o mesmo poder do Peter. A senhora pode voar…
Na manjedoura chega os três reis “magros”, Valério, Cacciola e Maluf, o último graças a um bondoso hábeas corpus.
O primeiro trouxe um plano infalível, o segundo ofereceu um CDB e o terceiro não trouxe nada, mas queria levar alguma coisa.
E, claro, mais uma vez o telefone.
- É da congregação dos santos dos penúltimos dias – ou da semana passada, não entendi direito – e os padres estão angariando preservativos, visando a prevenção dos pecados no próximo carnaval…
- É pra uso próprio? Em alguma creche? Alô?
Eu bem que notei quando passei em frente a uma igreja, o coral dos coroinhas tava cantando bem mais agudo…
A noite do nazareno dá lugar à manhã dos iludidos. Alguns retornam de suas comemorações em silêncio… Os primeiros jornais anunciam mais algumas dezenas de americanos mortos no Iraque. Deve ser o tal milagre do Natal. Descendo a rua com a cara estabacada vem uma velhinha gritando:
- Eu sou o Peter Petrelli!!!
Mick Wilbury
Feliz Natal
A arte do palavrão
Em uma hora e meia de espetáculo, os atores Leandro Hassum e Marcius Melhem satirizam situações típicas do dia-a-dia e levam ao palco um pouco das neuroses cotidianas.
Nós na fita é um show de humor que traz à cena pequenos dramas comuns a todos nós, como casamento, família, cinema, futebol, mancadas e comportamentos inoportunos, entre outros.
Raquel Elena
Nota do editor: clique na continuação do post abaixo para conferir o show completo no Youtube.
Futebol para elas
Quarta à noite. Há alguns anos esse era considerado o dia da semana “para namorar”. Hoje? Só se o cara fizer parte de uma seleta minoria, caso contrário, é dia, ou melhor, noite, de jogo! Não importa se o time do coração dele é quem vai jogar ou se é só para secar AQUELE clube que está incomodando. Tampouco importa se a partida é decisória ou se ainda é começo de campeonato. Essa é a noite sagrada deles: do seu namorado e dos 23 em campo (árbitro também conta) que vão te deixar na mão pelos próximos 90 minutos… ou mais! Afinal, sempre têm aqueles que se desligam no meio tempo e fazem questão de acompanhar os comentários subseqüentes.
O que fazer? Reclamar que ele não lhe dá atenção? Ou pior: tentar competir com os jogadores pelos olhares de seu amado? Nada disso! Lembra daquele ditado: “se não pode vencê-los, junte-se a eles?” Então, é isso mesmo o que você: mulher moderna e namorada exemplar vai fazer. Afinal, se você prestar atenção, há muito mais do que a bola e as duas traves em campo.
Devo confessar, meu interesse por futebol não surgiu a partir desta necessidade, aliás, devo ser uma pessoa abençoada (ou, sob outro ponto de vista, injustiçada), todos os meus namorados (ou rolos, pretendentes, afins…) sempre gostavam/entendiam menos de futebol do que eu. De qualquer forma, minha estratégia pode lhe ser muito útil.
Tudo começou na Copa de 2002. Primeiro jogo da seleção canarinha: Brasil x Turquia. Sim, aquele mesmo do gol roubado e da cera ridícula e mal encenada do Rivaldo. Não, não foi esse jogo que despertou o meu interesse pelo esporte (aliás, não despertaria o interesse de ninguém). Mas o que se seguiu foi muito melhor. Não fazia parte dos meus planos assistir ao jogo entre Itália e Equador. No entanto, quando os jogadores da Azzurra entraram em campo, mudei automaticamente de idéia.
Tá certo que a Capricho daquela quinzena já tinha comentado sobre os “gatinhos da Copa” (gente, eu tinha 14 anos. Era super normal ler esse tipo de material, ta?), mas eu nunca achei que aqueles 90 minutos pudessem ser tão interessantes. Apesar do desfile de beldades como Buffon, Nesta, Cannavaro e Maldini e os gols de Vieri, eu não conseguia tirar os meus olhos do camisa 10, Francesco Totti. Na escola, os meninos diziam que ele era um ótimo jogador. Para mim, ele era isso e muito mais (não que eu reparasse muito bem as jogadas, mas enfim).
Depois daquele três de junho apanhei a tabelinha que tinha ganhado de uma amiga e comecei a acompanhar todos os jogos. Uns mais atentamente do que outros, obviamente. Devo ter sido uma das únicas brasileiras que não se empolgava com as vitórias de Felipão. Para mim, era muito mais compensatório ver as seleções do velho continente avançarem na competição: Itália (por todos os que já foram mencionados aqui, mais Alessandro Del Piero que até hoje me causa arrepios), Alemanha (Ballack), Inglaterra (Owen), Espanha (Casillas, Raul e Morientes), Portugal (Figo), Suécia (Anders Svensson) e Dinamarca (Sorensen e Tomasson).
Claro que não me limitei a reparar nos jogadores. Com o tempo acabei me interessando (de verdade) pelos jogos. Aprendi lições básicas como pênaltis, faltas e impedimento. Lição crucial: sempre que um homem quiser questionar os conhecimentos futebolísticos de uma mulher, vai cair nesta pergunta besta. Além de respondê-la (corretamente, pelo amor do bandeirinha lerdo), surpreenda-o com algum comentário do tipo “sou contra a regra do impedimento, acho que deixa o jogo muito amarrado”. A maioria deles concorda com esta afirmação.
Claro que um mês foi muito pouco para a minha sede. Afinal, eu mal tinha começado a me interessar. Solução: ESPN internacional e UEFA Champions League. Era a oportunidade perfeita para continuar acompanhando os dribles dos meus musos e entender como funciona um campeonato entre clubes. E quando eu digo acompanhar, digo-o no sentido mais exagerado da palavra. Ou você conhece alguma mulher que se dignaria a assistir às edições de “Futebol no Mundo”, imprimir tabelas de todas as fases, calendários de todos os jogos e sair mais cedo da aula (vulgo ‘matar’) para assistir a um jogo decisivo entre Real Madrid e Roma (aliás, dois dos meus times europeus preferidos)?
Enfim, meu namoro com o futebol terminou em maio do ano seguinte com a final entre Milan e Juventus (Milan ganhou e eu estava torcendo para a Juvi). Depois disso não acompanhei mais nenhuma competição, nem européia e muito menos nacional. A Copa de 2006 passou um pouco batida pela minha vida. Não tinha mais aquela euforia de 2002, mas procurei acompanhar todos os jogos da Itália. Ah! Óbvio que vibrei com milhares de pessoas que assistiam à final no shopping quando o Zidane foi expulso e, mais ainda, quando Cannavaro levantou a copa.
O que eu aprendi com tudo isso? Primeiro: futebol pode ser um esporte muito interessante para as mulheres que não o compreendem muito bem, desde que selecionados os jogos certos. Segundo: esse esporte realmente une as pessoas, conseguiu me aproximar do meu pai, por exemplo. Terceiro: mesmo que não tenha um jogador interessante, é legal assistir às partidas. Bom, neste último item é imprescindível que você já tenha um bom conhecimento, pois a graça está justamente em extravasar as emoções, seja vibrando com o gol do seu time ou xingando a décima geração do juiz ladrão fdp. É bom para o seu equilíbrio. Ah! E funciona para TPM também.
Então, já sabe: na próxima vez que o seu namorado optar por um gramado e 23 homens correndo em campo (os bandeirinhas não correm, se arrastam), não pense que ele não te ama mais. Saiba tirar proveito da situação, afinal, não é muito melhor ver todos estes homens fisicamente condicionados do que se mulheres de biquini? Você aproveitará bem mais do que ele.
Luciana da Cunha
Que mandou um texto de tanto o Joel insistir
Surfer’s Paradise: um estilo de vida
“Surfer’s Paradise: um estilo de vida” é um documentário gravado durante o Maresia Surf International (campeonato WQS seis estrelas) realizado na Praia Brava, Itajaí (SC), em outubro de 2008. A partir de depoimentos de grandes promessas do surf brasileiro como Alan Saulo e Eric de Souza e de nomes já consagrados no panorama mundial do surf como Fábio Gouvêa, o filme mostra as características mais marcantes deste esporte. Em alguns minutos o mundo do surf é desvendado por atletas que mostram que a prática já virou mais que um hobby ou profissão, é um verdadeiro estilo de vida. Confira a íntegra acima!
Gabriela Azevedo Forlin












































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