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Espetáculo: A Caravana da Ilusão

O espetáculo teatral A caravana da ilusão, produzido e encenado pelo Grupo CasaDaVó, que estreia dia 24 de outubro, marca o lançamento de jovens atores no circuito comercial paulista. De autoria do dramaturgo Alcione Araújo, criador de sucessos como Vagas para moças de fino trato, Doce deleite, entre outros, a peça, dirigida por Rafael Truffaut, coloca em cena os dilemas e as incertezas dos adolescentes diante das responsabilidades da vida adulta.
O tema não é novo, mas é recorrente. A experiência vivida pelos cinco atores de A caravana da ilusão ilustra as angústias que permeiam as escolhas, sobretudo na passagem para a vida adulta. Quando ainda cursavam a Oficina de Atores Nilton Travesso, Alexis Müller, Amanda Nicolosi, Ismael Sebben, Mel Kinker e Neto Villar vivenciaram a dificuldade de escolher a profissionalização no teatro. “A peça é quase uma autorreflexão do grupo”, diz Mel, atriz e uma das produtoras.
Na atual montagem – A caravana da ilusão já foi encenada em 1993 –, uma trupe composta de quatro jovens artistas se depara com a necessidade da primeira grande decisão, após a morte do líder. Na volta do funeral, eles se veem diante de uma dúvida: continuar as tradições da caravana ou se mudar para a cidade, momento do espetáculo que marca as discussões de temas como destino, sorte, acaso e tantas outras inquietações que surgem na vida de cada indivíduo.
A imagem dos Beatles e a influência que eles exerceram em várias gerações serviram de inspiração para o grupo. A banda está presente, entre outros aspectos, na sensação de uma certa nostalgia, da lembrança de um tempo em que a cultura pop tinha um ar de inocência juvenil. Além disso, da mesma forma que a banda inglesa era composta de um quarteto e teve um elemento desagregador durante sua história, isso também ocorre com a Caravana.
Assim, foram traçados paralelos entre a história dos Beatles e a da trupe. Cada personagem ganhou seu correspondente na banda inglesa e os atores aprofundaram o trabalho dentro da personalidade e da trajetória de cada um dos garotos de Liverpool, trazendo para a montagem traços físicos e comportamentais relacionados à concepção que o CasaDaVó quis dar ao texto.
Os figurinos da peça são um mix entre uma concepção retrô e um estilo ultramoderno, mesclando quatro fontes de inspiração diferentes: influências da moda dos anos 1960, os Beatles, a descrição dos figurinos no texto original e as harajuku girls de Tóquio, no Japão.
Além dos jovens, o espetáculo pretende dialogar também com as gerações mais velhas. Tomados pela dúvida do momento de decisão e pela angústia que o permeia, os personagens discutem temas que vão atrair tanto aqueles que, como a trupe, estão passando pela mesma situação, como os adultos, que serão levados a refletir sobre suas opções.
Informações:
A caravana da ilusão
Estreia: 24 de outubro de 2009
Período: de 24 de outubro a 6 de dezembro de 2009
Sábados às 21h e domingos às 19h
Local: Teatro da Memória Instituto Capobianco
Rua Álvaro de Carvalho, 97 – Metrô Anhangabaú
Telefone: 3237-1187
Duração: 50 minutos
Preço: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada)
Classificação: 12 anos
Ficha técnica:
A caravana da ilusão
Autor: Alcione Araújo
Direção: Rafael Truffaut
Produção: Alexis Müller e Mel Kinker
Elenco: Grupo CasaDaVó – Alexis Müller, Amanda Nicolosi, Ismael Sebben, Mel Kinker e Neto Villar
Alexis Müller
Home – O Mundo é a nossa Casa
Home – O mundo é a nossa Casa é dirigido pelo francês Yann Arthus-Bertrand e produzido pelo cineasta Luc Besson. O documentário é uma iniciativa sem fins lucrativos e seus idealizadores optaram por abrir mão dos direitos autorais em todos os formatos, desde a sala de cinema aos canais abertos na internet. Estreiou em 5 de junho de 2009, simultaneamente em 126 países em telas ao ar livre, cinemas, internet, televisão e em DVD.
A idéia de seu lançamento foi aproveitar o dia internacional do Meio Ambiente, para chamar atenção das pessoas para os problemas que assolam o planeta Terra. Só na França, duzentas salas de cinema passaram o filme em uma sessão única, seguida em alguns casos de debates com profissionais ligados à ecologia. O documentário está disponível, até mesmo, no Youtube – na íntegra nesse post – e convida os internautas a discutirem o tema e sugerir providências.
O diretor Yann Arthus-Bertrand nasceu em 13 de março de 1946, na capital francesa, Paris. É fotógrafo, jornalista, repórter e, sua a base de seus trabalhos, ambientalista. Nasceu de uma família de renomados joalheiros, fundada por Claude Arthus-Bertrand e Michel-Ange Marion. Interessou-se pela natureza e pela vida selvagem ainda na infância e desde então vem produzindo artigos e outras obras sobre meio ambiente. Além de Home, outro documentário do mesmo estilo foi lançado em 2004, chamado “A Terra vista do céu”.
“Ouça-me, por favor”. Assim começa o documentário, como se fosse o próprio planeta implorando por misericórdia, seguido por uma série de imagens aéreas captadas em mais de 50 países, entrelaçada com a narração da história da humanidade desde o seu princípio, até os dias atuais. Cada imagem é acompanhada de um texto poético e uma trilha sonora que acompanha o tom de alerta: o mundo é a nossa casa, mas está ficando doente. O filme dá leves possibilidades do que pode ser feito pelo ser humano, mas deixa claro que ele deve tomar uma atitude e rápido.
Home pode ser considerado semelhante ao documentário “Uma verdade Inconveniente”, porém, sua grandiosidade e abrangência vai além da opinião de um único político. As imagens selecionadas para ilustrar a história são tão extraordinárias que é quase impossível acreditar que tais lugares existam. A obra emociona o telespectador. Cada tomada e palavra fazem com que se reflita sobre a vida, o planeta e suas ações individuais. Faz com que cada um se questione se o que está sendo feito, até agora, é o suficiente para conservar essas belezas naturais em futuro infinito.
O incentivo à reflexão atesta a importante contribuição do filme para a opinião pública, para os saberes internacionais. Há nele um conteúdo desconhecido pela maioria de pessoas que vê, muitas vezes, pela primeira vez tantas locações. Tal obra não deve ser negada ou excluída de premiações como Oscar, Globo de Ouro e o Festival de Cannes. Estes eventos, embora elitistas, são fortes contribuintes para a divulgação e valorização, não do filme, mas da intenção de repensar ainda mais sobre o meio ambiente. De acordar e tomar decisões agora. Pois, como diz o próprio filme “é tarde demais para ser pessimista”.
Renara Almeida
Jeff Dunham TV Show!

É isso mesmo que você leu no título! O ventríloco mais pop da web agora tem seu próprio show na televisão nos Estados Unidos. É o Jeff Dunham TV Show, no canal Comedy Central. Jeff mostra o dia-a-dia “comum” de seus companheiros bonecos, com convidados e situações engraçadas. Se você gostava dos vídeos da web, vale a pena conferir:
Download – Episódio 1 – Link Direto – 75 mb – Legendado
Joel Minusculi
Que tem medo do Achmed
Dexter: Early Cuts

O serial killer mais querido da América está com um novo empreendimento. Dexter: Early Cuts é uma série de websódios sobre a ação do passageiro sombrio. Três renomados cartunistas, e a inconfundível voz de Michael C. Hall, recriam os cenários dos primeiros assassinatos de Dexter através de impressionantes ilustrações. Confira a seguir, são episódios curtos, com menos de 2 minutos cada um.
Joel Minusculi
Que gostaria de contratar os serviços do Dexter…












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