Amigos, Amigos! Sexo à parte!

Posted in Comportamento by Colaborador on 06/06/2007

Homem e Mulher

Estava eu navegando na ‘internê’ quando o título de um texto me chamou a atenção: Amizade Homem-Mulher, de Alex Castro. Esse texto, apesar de ser um pouco machista, trouxe a inspiração para o meu segundo post no Peganomeu.

Como é difícil para um homem entender que quando uma mulher diz ser tua amiga, ela realmente é só sua amiga. Existem exceções, mas como diz meu amigo William: O cara só não vai querer (desculpa o palavreado) te comer se, tu for muito feia ou se ele não gostar da fruta. Hoje em dia a segunda opção é mais comum. Mas voltando ao assunto principal. Eu sempre tive mais amigos homens do que mulher. Não sei se alguém concorda comigo, mas o amigo homem sempre é mais sincero que a amiga mulher.

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Atrações no intervalo

Posted in Televisão by Colaborador on 06/06/2007

Desde que eu escrevi nove meses, já se passaram sete dias. Agora são oito meses e três semanas. Que empolgante.

Não me interpretem como um viciado em séries. Não. O que ocorre é que, desde que parei de jogar futebol, as séries se tornaram para mim a coisa mais importante dentro as menos importantes. Nelson Rodrigues odiaria esta citação, ainda mais na semana em que seu Fluminense disputará um título nacional.

Devo aproveitar o hiato para assistir alguma nova série. As opções são diversas. Joel recomendaria My Name is Earl, mas comédia é coisa dele, não minha.

Sou um raro projeto de jornalista que curte matemática, então pretendo assistir à Numb3rs, série policial com poucos tiros e muitos quebra-cabeças numéricos. Produzida por Ridley Scott (Gladiador), a série já está em sua terceira temporada, tendo ganho uma porção de prêmios pela divulgação daquela disciplina que mais da metade da população mundial detesta.

Felizmente o advento da Internet, do P2P e de uma famigerada fronteira internacional à oeste nos deixaram com opções para os mais diversos paladares, inclusive gostos exóticos como o meu. E você, que série vai assistir nas férias?

[+] Islifecorp, portal de downloads de seriados

 

Francisco da Silva
Que, novamente, colaborou sob pressão

 

O irritante e adorável comportamento masculino

Posted in Literatura by . on 06/06/2007

Abraço

Nos primeiros contatos não reparamos muitas diferenças. Brincamos de carrinho com eles e eles brincam de boneca conosco. Somos amigos no jardim de infância e não entendemos muito sobre distinção de sexo. A única coisa que nos ensinaram é que o azul é deles e o rosa é nosso. Vivemos bem, mesmo que com algumas brigas pelos brinquedos mais legais.

Até que um dia nos perguntamos o que eles estão fazendo aqui. De repente se transformam em pessoas insuportáveis e suas brincadeiras são muito estúpidas ao ponto de nos interessarmos. Nos vemos separados em sala de aula e reclamando para a professora: eles têm prazer em nos irritar.

Passam-se alguns anos e criamos “grupinhos” de melhores amigas. Elas sabem tudo ao nosso respeito e vice-versa. Surgem as primeiras festinhas. De um lado nós, arrumadas e comportadas, conversando civilizadamente e com uma maturidade invejável. Do outro lado eles, falando palavrões e com atitudes extremamente irritantes. Tão irritantes que começamos a gostar. E nos acostumamos. Começamos a falar sobre eles no banheiro feminino. Neste momento está aberta a sessão de fofocas, primeiro beijo, verdade ou conseqüência e outras brincadeiras que nos aproximem devagar do mundo masculino.

Nesta transição voltamos a nos socializar em paz como no jardim de infância. Andar de mãos dadas já não é tão ruim. Eles continuam nos irritando, mas já aprendemos a gostar deles assim mesmo. E não paramos de falar neles, de escrever seus nomes no caderno ou de fazer testes de revista para saber o que eles sentem. Agora eles já nos conquistaram e será assim por muitos e muitos anos.

O abraço quentinho e a atenção quando tentamos gastar nossas mais de duas mil palavras diárias são confortantes. Mesmo que finjam que nos entendem ou que sentem pena quando transformamos em drama o mais simples acontecimento, ainda assim gostamos deles.

É fascinante sua preocupação. Por não terem reação quando começamos a chorar, parece que vão se afogar junto com nossas lágrimas. Sentimos quando eles se machucam independente da maneira. Um instinto materno de proteção surge e descobrimos que mesmo com o passar do tempo eles nunca vão nos ouvir: não podem demonstrar insegurança.

Começamos a nos perguntar como seria nossa vida sem a presença deles. Nos tornamos menininhas indefesas para vê-los felizes por ter cuidado conosco. Mesmo que, na realidade, quem sempre será uma criança dependente de nossos conselhos são eles. São eternamente necessitados de carinho e atenção, mas dificilmente irão admitir.

Então a gente finge que quer igualdade entre os sexos, quando na verdade só queremos que eles nos coloquem em seus colos e acariciem nossos cabelos. E mal sabem eles que para acalmar nossas “neuras” femininas só basta um abraço sensivelmente masculino. Daquele em que fechamos os olhos e imaginamos estar em um mundo totalmente desconhecido. E que por instinto temos a vontade de explorar.

[+] Elas, por e para nós

Marina Fiamoncini
Que não gosta dos homens egoístas que não dividem seu abraço