Duro de Matar 4.0

Posted in Cinema by Sal on 08/08/2007

O bom e velho policial John McClane está de volta para salvar os Estados Unidos. Agora ele terá que tomar conta de um hacker, que por sua vez tem as manhas de ser capaz de proteger o país de um grupo terrorista (sempre eles) cibernéticos. É que os bandidos da vez resolveram atacar as redes de comunicação estadunidense justamente no feriado da independência do país, o 4 de julho, trazendo o caos aos sistemas do governo americano.

Duro de Matar 4.0 (Die Hard 4.0 – EUA, 2007) com direção de Len Wiseman é o novo filme da série que projetou Bruce Willis internacionalmente, em 1988, interpretando o policial John McClane, que não mede esforços para salvar sua família, sua cidade e seu país. O elenco do longa-metragem ainda traz Timothy Olyphant, Justin Long e Maggie Q.

Quase vinte anos depois McClane está de volta, desta vez em Washington, para salvar o mundo, lógico. A primeira impressão que temos ao assistir o filme é que ele mantém as cenas de ação de seus antecessores. O impressionante é que estas estão cada vez mais absurdas e inverídicas. Mas esse é ou não é o charme da série?

O vilão não é tão competente como o impagável Hans Gruber, do filme de 1988, e é americano, contrastando e perdendo para o charme europeu do primeiro. Em compensação sua bela namorada, vivida por Maggie Q, compensa qualquer deslize dessa natureza.

No primeiro foi um prédio, no segundo um aeroporto, no terceiro longa a cidade de Nova York é que se torna refém dos terroristas, neste novo Duro de Matar os bandidões são um pouquinho mais ousados, querem conquistar os Estados Unidos. E tudo isso para quê? Faturar uns trocados, claro…

Apesar de um pouco velhinho para esse tipo de papel, Bruce continua dando o sangue por seu personagem. Não que isso faça diferença, afinal de contas John McClane apanha durante todo o filme, mas suas chagas não interferem em nenhum momento a sua sanha de salvador da pátria. Com todos os hematomas e contusões possíveis ele ainda encontra fôlego para pular em cima de aviões em pleno vôo e dar cabo da horda de vilões da película.

Os fãs da série irão reparar que nosso herói está “super-homem” demais nesse filme. Ele não tem medo de errar e se aventurar contra o perigo eminente. Apesar de ser um simples mortal, sua aura de indestrutível está mais latente e isso perde pontos comparado aos outros filmes do policial. O cara tá perfeitinho demais.

Ah, e para finalizar não posso esquecer de comentar que, sim, um parente seu, como de costume, está nas mãos dos bandidos. Do contrário não seria um autêntico Duro de Matar, né?

 

 

Ariston Sal Junior
Que assistiu as aventuras de McClane em 1988

 

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