Confissão de Emanuelle

Posted in Comportamento, Concurso, Opinião by Colaborador on 05/06/2008

Me chamo Emanuelle,
tenho 19 anos e resolvi contar um pouquinho da minha estória pessoal…

Sempre fui muito ligada a sexo, desde menina, mesmo quando ainda não entendia a razão de no banho aquela pressão da água ser tão gostosa. Aos poucos veio o entendimento, as revistas de sacanagem que ficavam escondidas debaixo do colchão da cama do irmão mais velho e eram vistas furtivamente enquanto todos dormiam, os filmes entre amigas e os comentários, já que eu sempre andei no meio de pessoas mais velhas. Digo, mais velhas do tipo, quando eu tinha 11 anos, andava com a galera de 16, 17, que já conversava sobre o assunto. Acabei me inteirando de tudo bem cedo. Aos 12 e 13 anos a diversão era o beijo na boca na matinê. Cada semana um diferente e isso que era legal.

Atenção:

O TEXTO POSSUI LINGUAGEM ERÓTICA,
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
(mas, infelizmente, a gente sabe que a pirralhada vai ler…)

Aos poucos se aprende as leis da vida, mas não se nasce sabendo. Exemplo? Ex-namorado de amiga. Nunca fique! Dá uma m… Essa eu aprendi com 13 anos e perdi uma das melhores amigas, mais putinhas, também, mas que também contava as melhores estórias sobre o assunto. Ainda por volta dos 13, 14 anos, chegou a Internet. Esperava todos irem dormir para poder entrar nos chats. Alguns dias até conversava sacanagem, na verdade, mais lia do que escrevia, já que não tinha tanto conhecimento assim. Me sentia adulta mentindo que tinha 15 anos! Rsrs

O legal mesmo eram as fotos que rolavam na rede aberta. UOL ainda não existia e muita gente se reunia em poucos e conhecidos lugares na web e lá pelas 2 ou 3 da manhã, rolava fotos de tudo. Aí eu descobri que, sem fazer nada, eu tinha prazer em olhar. Nunca me toquei na frente da tela, sempre guardei esse momento pra mim, sozinha no quarto, imaginando fazer todas aquelas coisas um dia. Mas minha família é católica, praticante, acha feio isso tudo e como eu tinha essa repressão dentro de casa, sabia que não podia perder a virgindade cedo.

Guardei o máximo que pude e essa estória conta exatamente como eu aprendi a ser virgem. Ser virgem hoje em dia é opção, porque tudo é muito fácil, sexo está em todos os lugares, da inocente novela da tarde na TV à dança do creu, famosa nos bailes funk – sem contar a boquinha da garrafa, tchan, etc, que eram moda quando eu era criança.

Meu primeiro namorado tinha 23 anos e fazia faculdade. Eu tinha 14, mas já tinha corpão, de fazer homem babar e mulher ter raiva. Andava de shortinho na rua sem pudor, era moda, eu (e todas as meninas da minha idade também) achava. Ele ficou comigo achando que eu era maior de 18, é mole? Com 14 aninhos recém-completados! Depois de um mês só no beijinho começaram a rolar os amassos. Eu ficava assustada, até que depois do meu primeiro orgasmo múltiplo, conseguido com uma chupada daquelas, ele me explicou que isso era normal entre namorados, eu não precisava me sentir mal por isso. Ahhh tá. Então é normal… eu não sabia, nunca tinha namorado! E como eu ia saber? Tudo tem uma primeira vez, né?

Logo depois disso ele começou a se esfregar em mim. Eu já tinha ficado com um menino que tinha esfregado o pau em mim, aliás, esfregou tanto que gozou! Me lembro até hoje do nojo que eu tive daquela gosma pingando no meu sapato boneca… nunca mais fiquei com ele. Mas as coisas mudam. Quem diria que eu ainda ia chupar essa gosma e pedir mais? Enfim, esse 1º namorado colocou minha mão no pau dele pela primeira vez. Me ensinou a tocar punheta, tudo sem tirar da cueca, porque eu morria de vergonha. Ele era um mulato e lembro do esforço que era para punhetar aquele pau. Demorei até descobrir que ele tinha um pau enorme.

Só depois, com as comparações que eu saquei que o esforço e todo o tempo que levava pra subir e descer era porque a pica dele era bem grande! Um dia ele pediu para eu olhar, falou: “olha, eu sei que você ta morrendo de curiosidade!”. Eu olhei rapidinho, tão rapidinho que nem vi nada! Logo depois terminamos, ele queria mais e eu queria ser virgem mais um tempo, ou não queria, mas tinha que, sei lá!

Esse foi meu primeiro contato com um pau. E isso tudo estou contando para que se perceba a minha inexperiência quando rolou uma segunda situação. Esse namoro rolou nas férias e logo depois começaram as aulas do 2º grau. Colégio novo, pessoas novas e eu já tinha visto até um pau! Me sentia super-adulta! Tudo corria bem até que a professora de Física teve que sair da turma e eis que chega o novo professor, Alex. Não era bonito, mas tinha um carisma… Logo me entusiasmei.

Ele também, com aquele monte de menininha foguenta de 2º grau com calças da Gang apertadinhas deixando ver os contornos das calcinhas mínimas, escolhidas a dedo, especialmente para aquela aula. As fofocas rolavam entre a gente, todas achavam ele um gatinho, 25 anos, cabelo grande, nos ombros, alto, magro, brincalhão… Não demorou muito e eu tava apaixonadinha e, como eu não sei perder, joguei pra ganhar. Só me dava bem nas provas, assim ele passou a conhecer meu nome, eu me destacava, a melhor aluna da turma, gata, loirinha, bundão, perna grossa… achava que ele não reparava, mas, um dia, despretensiosamente fui ao bebedouro e esbarrei com ele que tava fumando. Nem lembro bem o que ele falou, sei que pediu meu telefone e eu imediatamente dei meu celular que ele anotou na caixa de fósforos. Ah se eu soubesse como isso era brega… rsrs

Voltei radiante e nem tive que esperar muito, ele logo ligou e disse que queria me encontrar fora do colégio. Putz, eu sabia que era casado, mas quem disse que me importei? Bom, me importei, mas isso só tornava o jogo mais interessante, todo mundo sabia que ele tinha casado com a menina porque ela engravidou, nunca gostou dela mesmo.

Sei que eu me arrumei, inventei uma desculpa em casa e depois da aula fui pro lugar onde ele marcou, perto do colégio. Vi um carro velho parado e rezei pra não ser ele, eu ia morrer de vergonha de entrar naquele fusca, mas era! Que mico! Mas eu tava na chuva pra me molhar, então entrei e meio sem graça, começamos a conversar. De repente eu me toco de onde estamos indo, pra um motel! E daqueles bem fuleiros mesmo! Eu gritei no carro: Não! Que isso?? Ta maluco?! De jeito nenhum!! Aí ele desviou da entrada e falou com jeitinho que era só pra gente poder ficar mais à vontade pra conversar, eu sabia que ele era casado e a gente não podia ser visto juntos. Inocente, eu achei que ele tinha razão e aceitei. Entramos em outro, tão fuleiro quanto o primeiro, conformada e confusa.

Dentro do quarto começamos a nos beijar e meu último amasso que tinha demorado mais de um mês pra rolar dentro de um namoro todo certinho, agora rolou de primeira. Eu segurava a blusa, mas ele levantava. Parecia que tinha 5 mãos passando em mim, não sei como ele conseguia passar as mãos em tanto lugar! Eu não conseguia controlar. Até que desisti um pouco e ele viu meus seios branquinhos, de auréola rosa, empinadinhos, pequenos, cabiam na palma da mão, na boca quase inteiros. Eu tava muito molhada, a calcinha chegava a incomodar de tão encharcada. Isso nunca tinha acontecido antes e eu tava perdendo o controle. Quando ele tentou tirar minha calça eu parei tudo e contei a verdade que ele não esperava: Eu sou virgem! – disse a ele. Virgem?? Como assim virgem? Virgem, muito virgem!! Não acredito!! É verdade, eu só tenho 14 anos! 14 anos??!! – ele arregalou os olhos e encostou sentado na cama. 14 anos??!! – repetiu. Sim, 14, fiz outro dia. Virgem, 14 anos, 1º ano do 2º grau… (pra mim era tudo muito óbvio!) Acho que ele passou a gostar mais ainda da brincadeira. Repetiu que não acreditava e mostrei minha identidade. Ele dizia que eu tinha muito corpo, era muito gostosa pra 14 anos. Aí eu amoleci e logo estávamos nos amassos de novo.

Ele abriu minha calça, eu já tava sem blusa fazia tempo… começou a esfregar seu pau em mim, tirou a calça também. A blusa dele já tinha sumido há muito! Sem eu perceber ele tirou a cueca e lá estava um pau, de frente pra mim. Eu só tinha pego antes uma vez, e mal tinha olhado e agora eu estava diante dele. Peguei nele meio sem jeito, tentando lembrar o que o outro namorado tinha me ensinado. Só que não era suficiente, ele continuava tentando arrancar minha calça. Eu tinha que controlar esse homem. O que fazer?

Só vi uma solução. Peguei o pau e pensei: menina, não tem jeito, é hoje! Desci e abocanhei o bicho! Coloquei a cabeça na boca, passei a língua por toda ela, fiquei ali bastante tempo. Percebi que ele aquietou, ficou só sentindo minha boquinha imaculada naquele pau rosa e duro. Forcei, então pra dentro, pra ver até onde ia, quase engoli ele todo, forcei um pouquinho mais e tava sentindo os pelinhos dele no meu queixo.

Alex, então, começou a se movimentar e sem saber me orientou e saquei que eu subia e descia com a boca igual como eu fazia com a mão. Ele falou para eu parar, me deu um beijo e pediu: toca uma siririca pra mim! E agora, o que é siririca? Nunca tinha ouvido isso na vida! Fiz que não com a cabeça e voltei pro pau, desta vez caprichando mais na língua, pra ver se ele esquecia da tal da siririca, dando umas chupadas enquanto subia e descia.

Os movimentos ficaram mais fortes e vi que ele começou a gemer bastante, aumentei o ritmo o quanto pude e decidi com a outra mão sentir as bolas dele. A primeira vez que pegava naquilo também. Foi o suficiente, nem um minuto depois e ele praticamente gritava e começou a jorrar aquele leite na minha boca. Sem saber o que fazer, engoli. Deu uma ânsia de vômito, mas segurei, engoli tudo, não sobrou uma gota! Achei que era meio vergonhoso cuspir e acabei engolindo por pura educação, sem saber que esse era um gesto dos mais adorados pelos homens.

Mais tranqüila depois que vi aquele pau amolecer e minha blusa voltar para perto dos meus olhos, sentei na cama e disse que tinha hora pra voltar pra casa. Ele fumou um cigarro, disse que eu era muito gostosa e que não acreditava que eu era virgem. Eu respondi que era sim e que, inclusive, era a 1ª vez que eu tinha chupado na vida! Ele riu, enquanto já se vestia, e me chamou de mentirosa de novo, me deu um abraço de frente do espelho como se fosse um namoradinho e eu fui ficando mais apaixonada, achando que ele tinha gostado de mim mesmo.

Voltamos pro fusca e ele me deixou em um ponto de ônibus. A partir desse dia eu descobri como manter minha virgindade: um boquete bem feito deixa qualquer homem saciado! Ainda saímos muitas outras vezes e eu fui aperfeiçoando a técnica, procurando na Internet, lendo revistas e livros que tratavam do assunto, mas isso é outra história.

Emanuelle
Que é titular do blog Confissões de Emanuelle

Nota da autora: Só para constar, o tipo penal de “pedofilia” inexiste no Código Penal e o caso seria de corrupção de menores, que se encontra no art. 218 do Código Penal e, no meu caso, já acobertado pela decadência, pois eu não representei contra ele, nem meus pais o fizeram (a ação penal é privada e precisa de queixa). Também no meu blog está descrito o estupro do qual foi vítima dessa mesma pessoa quando eu tinha 16 anos, esse com violência real e sem qualquer agravante ou qualificadora em razão da idade, mas que também já decaiu pela falta de representação. Os contos foram meios que eu descobri de usar minha experiência de vida junto com minha experiência literária e ver a repercussão que causaria e quais as impressões que receberia.

Nota do editor do post: Os editores discutiram muito sobre a publicação deste texto. Visto que seu conteúdo, em muito trechos, é forte, tinhamos a dúvida em publicar. Porém, respeitando a liberdade de expressão e com a plena consciência da autora sobre o conteúdo, aqui está. A identidade da autora é conhecida pelos editores. Quem tiver alguma dúvida pode entrar em contato com a mesma através do e-mail emanuelle19a@zipmail.com.br

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3 Respostas

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  1. Chico Machado said, on 05/06/2008 at 7:08 pm

    Primeirão.

    Isso vai dar um rolo… =S

    Joel querido, corrige essas tags aí, champes.

    E não seria melhor colocar o aviso atrai-pirralho já na home page?

  2. Helena schroder said, on 06/06/2008 at 5:58 pm

    UHAUhauhUAHUhauhUAHuahuHAUHuahuHAUhauhuHAUhuhAAUHUhauhUAHUhauHAUHuahuHAUHUhauhUAHUHauAHUhauhauhU

    nao sei o que foi pior… o texto dela ou a nota do editor!
    é.. esse vai ganhar!
    TSC TSC

    ;**

  3. Raquel said, on 31/07/2008 at 10:32 am

    Bom! Gostei muito do que li e como mulher entendo bem o que ela relatou.

    Não achei pornográfico, muito menos apelativo. Acredito que todos que acessam o Pega são adultos e maduros, capazes de discernir os fatos.

    Fiquei tão curiosa que irei visitar o Confissões de Emanuelle.

    Que o texto seja uma luz à outras mulheres que foram forçadas a algum tipo de contato físico, tenham sido elas inocentes ou experientes. Quem sabem corram atrás de seus direitos?! Espero que sim!

    Hoje a lei está a nosso favor, vamos fazer valer!

    Emanuelle, espero que não tenha ficado traumatizada e muito menos tenha se culpado.

    😉

    PS: acho que me empolguei no comentário! Ahahahahah!


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