Home – O Mundo é a nossa Casa

Posted in Vídeo by Renaralmeida on 09/11/2009

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Clique aqui para ver o documentário completo

Home – O mundo é a nossa Casa é dirigido pelo francês Yann Arthus-Bertrand e produzido pelo cineasta Luc Besson. O documentário é uma iniciativa sem fins lucrativos e seus idealizadores optaram por abrir mão dos direitos autorais em todos os formatos, desde a sala de cinema aos canais abertos na internet. Estreiou em 5 de junho de 2009, simultaneamente em 126 países em telas ao ar livre, cinemas, internet, televisão e em DVD.

A idéia de seu lançamento foi aproveitar o dia internacional do Meio Ambiente, para chamar atenção das pessoas para os problemas que assolam o planeta Terra. Só na França, duzentas salas de cinema passaram o filme em uma sessão única, seguida em alguns casos de debates com profissionais ligados à ecologia. O documentário está disponível, até mesmo, no Youtube – na íntegra nesse post – e convida os internautas a discutirem o tema e sugerir providências.

O diretor Yann Arthus-Bertrand nasceu em 13 de março de 1946, na capital francesa, Paris. É fotógrafo, jornalista, repórter e, sua a base de seus trabalhos, ambientalista. Nasceu de uma família de renomados joalheiros, fundada por Claude Arthus-Bertrand e Michel-Ange Marion. Interessou-se pela natureza e pela vida selvagem ainda na infância e desde então vem produzindo artigos e outras obras sobre meio ambiente. Além de Home, outro documentário do mesmo estilo foi lançado em 2004, chamado “A Terra vista do céu”.

“Ouça-me, por favor”. Assim começa o documentário, como se fosse o próprio planeta implorando por misericórdia, seguido por uma série de imagens aéreas captadas em mais de 50 países, entrelaçada com a narração da história da humanidade desde o seu princípio, até os dias atuais. Cada imagem é acompanhada de um texto poético e uma trilha sonora que acompanha o tom de alerta: o mundo é a nossa casa, mas está ficando doente. O filme dá leves possibilidades do que pode ser feito pelo ser humano, mas deixa claro que ele deve tomar uma atitude e rápido.

Home pode ser considerado semelhante ao documentário “Uma verdade Inconveniente”, porém, sua grandiosidade e abrangência vai além da opinião de um único político. As imagens selecionadas para ilustrar a história são tão extraordinárias que é quase impossível acreditar que tais lugares existam. A obra emociona o telespectador. Cada tomada e palavra fazem com que se reflita sobre a vida, o planeta e suas ações individuais. Faz com que cada um se questione se o que está sendo feito, até agora, é o suficiente para conservar essas belezas naturais em futuro infinito.

O incentivo à reflexão atesta a importante contribuição do filme para a opinião pública, para os saberes internacionais. Há nele um conteúdo desconhecido pela maioria de pessoas que vê, muitas vezes, pela primeira vez tantas locações. Tal obra não deve ser negada ou excluída de premiações como Oscar, Globo de Ouro e o Festival de Cannes. Estes eventos, embora elitistas, são fortes contribuintes para a divulgação e valorização, não do filme, mas da intenção de repensar ainda mais sobre o meio ambiente. De acordar e tomar decisões agora. Pois, como diz o próprio filme “é tarde demais para ser pessimista”.

Renara Almeida

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