Mashup Movie – Encontros inusitados no cinema!

Posted in Cinema, Imagem by Joel Minusculi on 05/12/2009

Links Dominicais

Posted in Cinema, Imagem, Vídeo by Joel Minusculi on 02/11/2009

semivida.

Posted in Cinema by Joel Minusculi on 15/10/2009

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Diego Lara, apesar de seu legado “apavorante” nos corredores do Bloco 12 da Univali, é um dos novos produtores de cinema mais promissores de Santa Catarina. Ele faz parte da Tac. Produções, teve documentários como o Dez Ilhas e um Mundo exibidos pela RBS TV e agora chega com um filme de ficção inspirado na realidade.

.semivida é mais falsa história de amor! A autoria é de Diego Lara, com apoio da Lei Municipal de Incentivo a Cultura, Fundação Cultural de Itajaí e a Prefeitura de Itajaí. O patrocínio é por conta do Porto de Itajaí.

Tá aí uma bela produção regional, que mostra o potencial da galera que “apavora”.

Joel Minusculi
Que tinha medo do Diego Lara no começo da faculdade…

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Gamer

Posted in Cinema, Vídeo by Joel Minusculi on 06/10/2009

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Fugir da vida real e encarnar uma personalidade virtual é algo um tanto comum hoje. A evolução desse fenômeno nos permite fazer coisas que, no cotidiano, seriam consideradas absurdas. Em seu ritmo de desenvolvimento, essa experiência promete alcançar níveis bem complexos de interação entre controladores e controlados. E foi essa perspectiva que Mark Neveldine e Brian Taylor devem usaram para escrever, produzir e dirigir Gamer (Gamer, 2009, atualmente nos cinemas).

O filme é uma ficção-científica, que retrata poucos anos futuros de nosso presente, onde as pessoas ainda são ligadas em relacionamentos e entretenimento pela grande rede mundial de computadores. A diferença agora, porém, é que ao invés das pessoas controlarem avatares feitos de gráficos e pixel, seres humanos de carne e osso são os “bonecos”. E, ao invés de um ambiente virtual, os “bonecos” existem em áreas pré-determinadas.

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Essa revolução na forma de interagir é uma invenção de um excêntrico bilionário, Ken Castle (interpretado por Michael C. Hall, o “Dexter”). Ele desenvolveu células artificiais nano-neurotransmissoras, que substituem as células normais do cérebro, embutido um endereço IP em cada voluntário. “Hoje existem pessoas que pagam para controlar e outras que cobram para serem controladas. Essas últimas para não precisarem tomar decisões difíceis em sua vida e viver sempre em festa”.

O bilionário fez um trato com o governo americano, para usar prisioneiros condenados a morte para criar um novo jogo, chamado “Slayers”. Nesse jogo, que é uma versão em carne e osso de Counter Strike, Kable (interpretado por Gerard Butler, o Rei Leônidas) é controlado por um adolescente de 17 anos. Essa dupla consegue chegar longe no jogo, quando um grupo de hackers intitulados “Humanz” começa uma ação para libertar as pessoas que se submetem ao controle, antes que esqueçam o que é ser humano.

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A premissa de “pessoas controladas em um futuro” pode não ser das mais originais, mas a reflexão do fenômeno utilizado de pano de fundo é intrigante. Acontece que os dois jogos retratados no longa são versões “futuristas” de jogos muito populares hoje. O “Society”, por exemplo, o jogo de convívio social do filme, é o famoso Second Life. Já o “Slayer” é um dos milhares de tiro em primeira pessoa, como o já citado Counter Strike. Ou seja, é bem fácil relacionar muitos fatos daqueles jogos ambientes com os atuais, principalmente se você for um jogador (chama a atenção a negociação pelo “personagem” Kable, como acontece hoje com a venda de personagem em altos níveis em jogos). Outro ponto que chama a atenção é a edição e o ritmo de desenvolvimento, que é igual a dinâmica apressada, dos jogos de tiro, e colorida, dos jogos sociais.

“Gamer” mostra que não é preciso uma Matrix em forma de universo paralelo, ou que robôs nos dominem, para sermos privados de nossa humanidade. O interessante e pavoroso do filme é como os próprios seres humanos podem querer causar e sujeitarem-se a certas ações. Quando o desenvolvimento de uma tecnologia é tanto, que as pessoas esquecem-se de pensar nas conseqüências dos atos, já que tudo não passa de um “jogo”. Aliás, muitos esquecem que por trás daquele avatar de uma bela mulher com poucas roupas pode existir um jogador homem, algumas arrobas acima do seu peso e mastigando um sanduíche gorduroso, enquanto flerta com alguém ligado demais na realidade virtual.

Trailer Oficial Legendado
Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Joel Minusculi
Que não troca a vida real pela virtual (totalmente…)

Megan Fox

Posted in Cinema, Imagem by Joel Minusculi on 22/09/2009

Joel Minusculi
Que está ciente que o post é um “pega paraquedista”

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13º Distrito – Ultimato (B-13 – Ultimatum)

Posted in Cinema, Download, Vídeo by Joel Minusculi on 17/08/2009

b01Baixe o filme em formato RMVB Legendado – 370 mb – 106 min – Ação/Aventura

França. Cidade Luz, terra do croissant, do perfume ao invés do banho e dos malucos que pulam de prédio em prédio no Le Parkour. E é nesse último ponto que está o forte de 13º Distrito – Ultimato (B13 – Ultimatum, 2009, França), continuação do excelente (mas pouco conhecido) 13º Distrito. Ambos os filmes foram escritos pelo excêntrico Luc Besson, que consegue surpreender em cada cena de ação em ritmo alucinante. Nesse segundo filme, a direção fica a cargo do pouco experiente, porém não menos competente, Patrick Alessandrin.

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O ano é 2016. Esse futuro na França é marcado pela divisão social, em que os não cidadãos franceses e menos favorecidos são renegados a guetos, bairros cercados por muros, conhecido como B-13. Dentro dessa área quem manda são chefes de quadrilhas e máfias, cada um vivendo e administrando seus negócios em um canto. Até o dia em que um empresário quer construir um grande conjunto habitacional para ricos no B13, mas não pode pelo empecilho dos moradores.

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O empresário se torna conselheiros de segurança do presidente da França e arquiteta um golpe para colocar culpa nos moradores e “limpar” o B13. E para que seus planos dêem certo, ele tira de seu caminho Damien Tomaso, um policial eficiente com a justiça e com laços no B13. E para ajudar a libertar o policial e salvar seu bairro, entra na história o “malandro” e ágil Leïto. A partir disso começa uma corrida alucinante de saltos e esquivas para impedir o bombardeamento a destruição do bairro de Leïto e os excluídos.

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O argumento da história pode não ser dos mais originais, mas a construção e edição são pontos fortes que marcam o filme. Sem contar as extraordinárias cenas de ação interpretadas por David Belle e Cyril Raffaelli, dois artistas marciais mundialmente famosos por suas peripécias no Le Parkour (se você não os conhece, veja os vídeos no Youtube, pois o que os dois fazem no filme eles fazem na vida real…). Além disso, a o humor francês, um tanto estranho na primeira vista, dá toques bem particulares, que fogem do padrão de Hollywood.

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13º Distrito – Ultimato é o tipo de filme feito para a pura e simples diversão e que vale a pena. É a prova que bons filmes de ação não precisam chamar a atenção por milhares de explosões e milhares de litros de sangue jorrando, mas podem ser reconhecidos pelas habilidades dos protagonistas que a cada cena arrancam um “uau!” dos espectadores.

Trailer – B13 Ultimatum
Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Preste atenção nessa cena: até o Brasil entrou no filme. Preste atenção quando o presidente da França fala da zona que o seu país está.

Não leve em consideração: que os seguranças vão desarmados contra os caras, ao invés de atirar nos invasores do B13.

Joel Minusculi
Que, quando era menor, conseguia escalar o vão das portas (hoje, infelizmente, só degraus de escada)

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Contador de Corpos nos Filmes

Posted in Cinema by Joel Minusculi on 08/07/2009

Você já deve ter se perguntado: caramba, quanta gente morta nesse filme!?!? O site Movie Body Counts decidiu ter uma visão bem aproximada dessa dúvida e, com isso, faz a contagem de todos os mortos nos principais filmes. Confira abaixo o TOP 5 dos filmes que mais mostram mortes. Vale lembrar que na série Rambo há uma morte a cada 2,93 minutos.

1º. – 836 LotR: Return of the King (ex) 2003
2º. – 610 Kingdom of Heaven (ex) 2005
3º. – 600 300 2007
4º. – 572 Troy 2004
5º. – 558 The Last Samurai 2003

Joel Minusculi
Que adora detalhes sórdidos dos filmes

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Final de semana Star Wars na Disney

Posted in Cinema, Imagem by Joel Minusculi on 16/05/2009

Se você é fanático por Star Wars e tem muita grana sobrando, vá para a Disney entre os dias 22 de maio e 17 de julho, no Star Wars Weekend. O evento é uma homenagem ao universo criado por George Lucas, com paradas de fantasias e os personagens da série vagando pelo parque.

A campanha de divulgação do Star Wars Weekend conta com várias peças publicitárias bacanas (veja galeria) e um “treinamento” Jedi no site oficial do evento, para testar seus conhecimentos sobre os poderes da Força (que você pode ser classificado como um Jedi ou um Sith).

Joel Minusculi
Que, segundo o teste, tem 22000 midchlorians

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Wolverine – Origem

Posted in Cinema, Opinião by Joel Minusculi on 04/05/2009


Retirar um personagem das retículas dos quadrinhos e dar vida em quadros por segundo é uma tarefa de grande responsabilidade, ainda mais quando a figura em questão já alcançou a fama através de uma personalidade forte e marcante. X-Men Origens: Wolverine (2009) estréia justamente com a intenção de contar a história do baixinho mais invocado da editora Marvel Comics. Além disso, a produção tem o desafio de adaptar uma história sob o olhar atendo de uma legião de fãs que acompanham os passos de Wolverine desde seu surgimento.

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Nos quadrinhos

Antes de analisar qualquer aspecto cinematográfico é preciso entender quem é Wolverine. Ele apareceu pela primeira vez no mundo dos quadrinhos como um mero coadjuvante, ao enfrentar o gigante esmeralda Hulk em Incredible Hulk #180. Lançada em outubro de 1974, a história criada pelo escritor Len Wein e pelo diretor de arte John Romita apresentou ao mundo uma arma projetada para dilacerar o que encontrasse pela frente. Nessa mesma edição, os aficionados em quadrinhos conheceram a chamada Arma X.

O mutante das garras afiadas poderia ter caído no esquecimento, caso seus criadores não tivessem colocado-o, mais tarde, em uma equipe especial para resgatar a equipe original dos X-Men (que era formada apenas pelo Ferra, Garota Marvel, Homem-de-Gelo, Ciclopes e Anjo, além do Professor Xavier). A partir disso, Wolverine conquistou fãs com sei jeito truculento e de bad boy – o clássico anti-herói, que resolve os problemas à sua maneira –, além de um espaço garantido da equipe dos Novos Mutantes do X-Men.

A falta de memória foi o jeito mais fácil de moldar gradativamente a personalidade de Wolverine, através da aprovação do público e o desenvolvimento das histórias como um todo. Sua origem sempre foi um mistério para os fãs, que conheciam poucos fragmentos de sua história. Por isso, os arcos mais famosos do mutante são os que tentam traçar o passado de Wolverine. Um dos mais famosos é o Arma X, que mostra como o governo aproveitou o fator de cura acelerada do mutante, para implantar o metal mais resistente do planeta: o adamantium (um procedimento cirúrgico que mataria qualquer outro).

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No cinema

A Fox, detentora dos direitos autorais para a produção de X-Man, viu o sucesso da franquia dos mutantes, especialmente Wolverine, nos cinemas e quis dedicar filmes solos para os mutantes. No primeiro, de uma série que seguirá com o filme da origem do Magneto, a empresa faz uma aposta arriscada: colocar um diretor como Gavin Hood (sem nenhum filme memorável no currículo) para preencher as lacunas da vida de um personagem famoso e ainda assim fazer sucesso.

No filme é contada a infância de Logan, quando manifesta pela primeira vez seus poderes e como enfrenta a luta com seu animal interior. Além disso, uma revelação nunca antes cogitada nos quadrinhos é apresentada, através de um parente direto de Wolverine – nesse caso, a liberdade de criação de uma adaptação para o cinema tornou até interessante a relação entre os irmãos mutantes, mas ficou superficial, ao não tratar do nome nascença de Logan (tratado nos quadrinhos Origem).

A história principal é focada no experimento Arma X, deixando para um rápido resumo de 15 minutos no prelúdio e nos créditos iniciais o começo da vida de Logan. Já adulto e integrado em uma força especial, Wolverine começa a questionar a razão de ser apenas uma arma na mão do governo. Na tela, as cenas de luta e pancadaria encantam os fãs de ação. Mas o excesso faz dos personagens apenas bonecos, como na cena inicial, em que o grupo de super-agentes invade um prédio, mata todos e só depois pergunta sobre o que procuravam. Nos quadrinhos, os métodos do governo em conseguir as coisas são mais sutis.

Outro aspecto que o filme peca no excesso é nas aparições especiais. Muitos personagens importantes para a história surgem e desaparecem de forma rápida, superficial, apenas para marcar presença. É como se com isso fossem criadas pontas para outros filmes. Mas o resultado é a superficialidade, como na história de Gambit, que é forçado a mostrar a localização de uma base secreta e, do nada, passa a ajudar Wolverine.

A organização Arma X ficou restrita ao sonho de William Stryker em busca de um soldado perfeito, quando, nos quadrinhos, é um projeto militar com influência em vários meios e de escala muito maior. No filme ficou claro como Stryker usa a filosofia dos fins justificam os meios, para convencer Wolverine a participar das experiências. Nesse ponto, o filme consegue mostrar muito bem o contraste e o conflito entre o animal Wolverine, e sua sede de sangue e vingança, e o homem Logan, preocupado com um amor e a vida simples.

As cenas de ação são bem coreografadas e o cuidado com figurinos e efeitos especiais deixa o filme com uma bela estética. Porém, Hollywood parece esquecer que muitas luzes não são suficientes para fazer brilhar um roteiro obscuro e apagado. Isso fica evidente quando se presta atenção na motivação dos personagens em suas ações, que simplesmente acontecem sem motivos claros, e nas ligações entre os personagens sem motivos.

A impressão final é que a produção de Wolverine: Origens tentou condensar quase 30 anos de histórias nos quadrinhos em 107 minutos, quando, na verdade, deveria adaptar as informações que tinha para a linguagem do cinema e focar apenas uma origem – a do protagonista das garras de adamantium. O filme é bom por ser o primeiro a tentar contar uma história tão nebulosa quando a de Logan. Mas para os fãs parece que os produtores sofreram do mesmo problema de amnésia que o herói, ao deixar de lado e tratar de forma tão superficial a origem de Wolverine.

Joel Minusculi
Que esperava bem mais do filme

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Tome a pílula vermelha

Posted in Cinema, Conspiração by Joel Minusculi on 31/03/2009

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Há dez anos, o mundo pode escolher entre a pílula vermelha e a pílula azul. Lançado em 31 de março de 1999, Matrix não apenas mostrou a saga de autoconhecimento de um nerd hacker em uma nova realidade, como apresentou para a humanidade o mundo conectado que estava por vir.

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No fim dos anos 90, começo do ano 2000, a chamada “bolha da internet” possibilitou o desenvolvimento de vários serviços dentro da rede mundial de computadores. Era o advento da chamada Web 2.0, em que cada vez mais as pessoas ficariam imersas no mundo virtual e ligadas a qualquer canto do mundo.

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Os irmãos Wachowski pegaram o hype tecnológico, colocaram em um mundo cyberpunk apocalíptico, usaram efeitos especiais até hoje comentados na história do cinema e usaram como base as idéias de Simulacro e Simulação do pensador francês Jean Baudrillard para a produção de Matrix. Porém, Baudrillard está para o mundo da filosofia tecnológica como Alan Moore está para os quadrinhos. Resultado: o cara abominou a produção, por “distorcer seu conceito e massificar as idéias”.

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Apesar das continuações não terem sido tão aclamadas como o primeiro episódio da série, Matrix pode ser considerado o Blade Runner dos anos 90, por mostrar como a sociedade está cada vez mais imersa em um mundo de simulações, em que através das ferramentas da internet pode mostrar a imagem que quiser e ser quem quiser – [conspiração] já repararam que o Orkut é azul como a pílula que mantinha as pessoas na Matrix? Ou como o mundo quis ter uma outra vida no Second Life? Ou que a Wikipédia funciona da mesma forma de obtenção de conhecimento quando a Trinity precisava aprender uma nova habilidade?

[+] Matrix em 1 minuto

[+] Crítica e análise do filme Matrix

[+] A primeira década da era digital

[+] Matrix faz 10 anos como ícone da ficção científica

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Joel Minusculi
Que lembra do dia que viu Matrix pela primeira vez, alugado em fita VHS, em um sábado chuvoso

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