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Posted in Blog, Concurso, Internas by Joel Minusculi on 03/09/2008

Nós estamos em mais uma etapa do Bobs – Best of Blogs (desde o ano passado…), o maior concurso internacional de weblogs, podcasts e videoblogs do mundo. A premiação que está no quinto ano premia os melhores blogs do ano – os mais bonitos, mais tocantes, mais inovadores, mais legais ou mais informativos da blogosfera.

Se você, leitor ou leitora, considera que o Pega no meu Blog tem uma dessas qualidades, por favor, entre no link abaixo ou clique na imagem para indicar nosso humilde espaço para a premiação. (mais informações sobre o concurso aqui).

Clique aqui e indique a gente!


Joel Minusculi
Que tem orgulho de seus blogs

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Resultado: Concurso Pega no meu Blog

Posted in Concurso by Joel Minusculi on 16/08/2008

O concurso Pega no meu Blog terminou dia 28 de Julho. Porém, até o momento, não havíamos dado satisfação acerca do resultado. Não por nada. Mas consideramos anunciar oficialmente o vencedor depois que ele recebesse o prêmio. Eis então que Manssur Perreira conquistou o maior número de comentários em um único post. O vencedor já está em posse de seu pen drive de 1 gb.

Parabéns a todos os participantes, obrigado pelas visitas. E fiquem ligados, que qualquer hora dessas poderemos promover outro concurso.

Joel Minusculi
Que fazia tempo que não ia aos Correios enviar algo…

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Sobre o Concurso Pega no meu Blog…

Posted in Concurso, Internas by Joel Minusculi on 29/07/2008

Chegou ao fim o período de envio de textos para o Concurso. Agora, os textos concorrentes terão até a próxima segunda-feira (4 de agosto) para serem comentados – um prazo a mais, porque os editores do blog precisam de um tempo para voltar ao ritmo de seus trabalhos, faculdade e tudo o mais. Se ainda não conferiu os textos, clique na palavra abaixo e confira.

Concurso

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“Contos” de um canto… só!

Posted in Concurso, Literatura by Colaborador on 27/07/2008

Amanhecia. A insônia consumia-lhe as entranhas, devorando células como os vermes aos restos de outros sêres. Desligou a TV, com suas imagens de crimes hediondos, sequestros, estupros, assassinatos bárbaros.

Foi até a janela da sala tragando mortífero cigarro, enquanto o gato da vizinha estraçalhava ratos no seu quintal, com o fiel “pitbull” alerta e pronto para estraçalhá-lo em seguida. Enfim, tudo estava na mais santa paz, o Mundo corria conforme suas próprias leis. Recostou-se lentamente no sofá e… adormeceu!

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Por vários anos a sabiá passou ali, imóvel, os pés cravados no único poleiro da minúscula gaiola. Era o orgulho maior de seu dono e algoz, passarinheiro renomado na região.

–“Valia mais que um carro”… vociferava, vaidoso. Um dia o pássaro amanheceu com ares de “auve” e sonhando ser macieira, de cujos frutos gostava tanto. Abriu as asas… e os olhos do patrão — do tipo que engorda o gado, segundo o dito popular —  notaram algo estranho. Por entre as penas nasciam folhas e, à tardinha, já se percebiam minúsculos frutos.

— “Milagre”… gritaram as beatas do lugar, enquanto as fãs de seitas e das demais religiões afirmavam ser coisa do Demônio. De noite surgiram-lhe raízes sob os pés e, na manhã seguinte, de coisa viva na bichinhasó restavam os olhos. movendo-se angustiados para todos os lados.

Seu dono agora está triste! “Aquilo”, do jeito que ficou, não vale nada para êle. Aos cientistas que o procuram não vende por dinheiro algum, pois acha que êles não sabem apreciar um belo espécime.

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Ricardinho não era um mau menino… apenas, garotos naquela idade tinham por hábito destruir tudo o que encontravam pela frente. Naquele momento dedicava-se a matar interminável fila de formigas, metódicamente, uma por uma. Arrependeu-se tarde demais! Deveria ter deixado ao menos umas vivas, pensou com tristeza. Amanhã não terá nada para fazer o dia inteiro.

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À luz de velas, jantavam… os ânimos exaltados substituindo nos corpos a energia que faltava. A esposa, irada, gritava com o cônjuge, instalado no país vizinho:

— Luís Felipe, venha já para o Brasil… aí, você não sica nem mais um minuto!

— “Què pasa, su tonta”! O menino vai ficar comigo… está no contrato “eso”!

— Ouça bem, Ricardo: isso é lei aí na Argentina. Aqui,os filhos pequenos ficam com a mãe. Vem, Felipinho !

— “Entonces, la niña” Mercedes volta para mim. “Usted no puede quedar con los dos. Volve para su padre, muchachita” !

— Mas, “papito”, eu… “estoy bien acá”!

Esse “tango à meia luz” continuaria indefinidamente se o pai, irritado, não se retirasse da sala com estrépito, abandonando a mesa de jantar e recolhendo-se ao quarto do casal.

Em um futuro qualquer, havendo nova guerra entre os países, a casa — situada sobre a imaginária linha de fronteira — seria dividida em dois, ficando parte da sala e a cozinha com a esposa, brasileira, e o restante com seu ex-marido argentino.

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A “lulu” era “filha única” da madame “Tetê” Strump, milionária do high society. Tinha lugar à mesa, pratinho próprio, guardanapo e empregada para lhe escovar os delicados caninos após as refeições.

Banhavam-se juntas, dormiam na mesma cama, vestiam-se com idêntico “modelito” Saint Laurent — a cadela de “papatinhos” de crochê — e eram as duas “paparicadas” pelas amigas (interesseiras) da ricaça.

Acordaram, um belo dia, ambas “meio de lua”… madame ganindo pelos cantos e a “lulu”, em pé nas charmosas patinhas, pedindo com os olhos o café da manhã à criadagem.
Durante o chá das cinco — servido com biscoito para cães — as amigas estranharam o comportamento da “socialite”, encolhida sob a mesinha de centro, mas nada disseram. “Caprichos de gente grã-fina”, concluíram.

Ontem foi refeito o testamento: depois que a “totó” morrer, dona “Tetê” herdará dez milhões de dólares!

Nato Azevedo
Que escreve de Ananindeua, Pará

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História em família

Posted in Comportamento, Concurso by Colaborador on 25/07/2008

Minha família sempre gostou de passar o ano novo na praia, na beira mar mesmo, vendo os fogos de perto e fazendo muita festa.

Pois bem, era o ano de 2005, já no seu finalzinho. Eu estava grávida do meu segundo filho, que já chegaria muito em breve. Resolvemos por bem que neste ano, pela primeira vez, passaríamos a virada em casa, sem viajar, sem festas, sem praia. Isso seria o mais prudente em se fazer, já que o bebê era previsto para a primeira semana do ano que estava por vir. Ao chegar dia 30/12 estávamos na maior aflição, pois não sabíamos ainda onde festejar e nossas conversas sempre acabavam em uma única palavra: “praia”. Dia 31 …e obviamente não nos agüentamos. Liguei pro meu médico e disse que iria até a praia mais próxima, cerca de 100 km da minha cidade. Ele, com muito receio me disse que seria algo arriscado, já que estava muito próximo ao dia do parto. Desobedeci e fomos. Queríamos festejar, queríamos muita alegria, coisa que em casa não teria.

Achamos que seria bom passar a meia noite e depois voltar, apenas para festejar da maneira habitual. Então, quando já era de tardezinha colocamos alguns pertences no carro e fomos. Meu marido estava feliz, meu filho maior achando tudo legal, e eu eufórica. Chegamos na praia já de noite. Encontramos alguns conhecidos que estavam por lá e o que acontece? Chuva, mas muita chuva ….eu só queria ver o mar. Passar a meia noite vendo as pessoas na areia, ver os fogos, pular as ondas. Quando a chuva deu uma trégua corremos pra beira mar. Era quase meia noite quando a chuva vem novamente, mas dessa vez com tudo. Era gente correndo pra tudo quanto era canto, guarda chuvas e guarda sóis era o que mais se via. Corremos para o carro.A chuva era tanta que não se via um palmo sequer a frente. Meia noite. Estávamos encharcados, tremendo de frio, não vendo nada, um baita barrigão e o pior… a festa não teve. Resultado: Risos, muito risos…Rimos tanto da nossa insistência em que não nos levou a nada que chegou a ser divertido.Tiramos muitas fotos de nós mesmos, nos abraçamos, desejamos boas alegrias para o ano e voltamos para nossa casinha…

O bebê por sorte se comportou direitinho e só nasceu no dia previsto, porém seus papais…que desobediência!!!


Camile V. Broocke Leite

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Red Bull X-Fighters – Madrid 2008

Posted in Concurso, Esporte, Vídeo by Colaborador on 23/07/2008

Pessoalmente, eu acho que todo mundo deveria assistir um campeonato de cross fighters pelo menos uma vez na vida. Eu nunca tinha visto um até o dia 18 de julho, quando vi a final do Red Bull X-Fighters etapa Madrid 2008.

Já tinha visto campeonatos de moto cross, que, apesar de envolver motos, são totalmente diferentes. Estava vendo TV (e passando calor) em Sevilla, dois dias antes de ir para Madrid, quando vi o anúncio da final do campeonato na TV. Fiquei louca só com o comercial! Dando pulos de alegria que estaria em Madrid nos dias 17 e 18 (semi-fina e final, respectivamente) corri para a Internet para comprar minha entrada. Más notícias: dia 17 tudo esgotado e para a final só restavam entradas de 50 euros. Não que eu não ache que vale a pena pagar 50 euros para ver um espetáculo desse nível, mas meu orçamento não me ajudava no momento.

Entrei no site oficial do evento e descobri que uma das etapas é sempre no Rio de Janeiro… Como eu nunca fiquei sabendo disso? Bom, no site descobri que os Cinemas Yelmo iam fazer a retransmissão ao vivo do evento. “É aí que eu vou”, pensei. Quando fui comprar a entrada descobri que o cinema que eu ia tem a maior tela da Espanha e que as poltronas se mexem de acordo com o que passa no filme, ou seja lá o que for que estiver passando. Fiquei animadíssima (sobretudo quando vi que a entrada custava só 7 euros…). Desanimei-me de novo quando vi que o cinema era num Shopping na PQP dos confins de Madrid (era na penúltima estação de uma das linhas, ou seja, looooooooooonge bagarai), mas meu abono de turista para o metrô me permitia ir até ali sem pagar nada mais, então tranqüilo. (Na verdade quando terminou o campeonato à meia-noite e eu tive que ir sozinha do shopping a estação de metrô mais próxima, que estava a 20 minutos andando, passando todo o caminho por um cemitério não foi tão tranqüilo assim… só me acompanhava uma grande e amarela lua-cheia).

Enfim, durante o espetáculo é só emoção, as acrobacias são incríveis e os cara são muito corajosos (e lindos). Eles fazem coisas com as motos que quem não conhece cross fight nunca pensou que seria possível fazer. Durante uma entrevista a um deles o repórter perguntou “é verdade que você nem tem habilitação de moto?” o piloto respondeu “é sim, pilotar motos na rua é muito entendiante…”. Eu só imagino o quanto! Pra quem está acostumando a voar com a moto, andar em linha reta deve ser um saco. Assistir no cinema tem suas vantagens, inclusive a de que pude fazer vídeos com a câmera digital nos quais se pode ver o espetáculo de vários ângulos e as manobras em close. Além do mais, as poltronas se mexiam hehehe emoção pura!

Deixo aqui os websites dos meus pilotos preferidos:

> André Villa (vice-campeão): http://www.andrevilla.com/

> Thomas e Charles Pages (são irmãos): http://www.brothers-trip.com/

Também deixo o site da comunidade FMX. É um tipo de Orkut, Facebook, Tuenti, etc só para aficionados em Cross Fighters. Ali dá pra ver fotos, vídeos, notícias e encontrar informações sobre os pilotos do circuito mundial. Eu já fiz o meu perfil, claro… Para fazer o seu é só entrar em http://www.fmxworld.com/

Uma curiosidade: vocês sabiam que a maioria dos pilotos do circuito mundial são brasileiros? Pois é, mas nessa etapa de Madrid não tinha nenhum nos dois últimos dias (semis e final).

Agora, deixo minha página no You Tube com os vídeos que fiz durante essa etapa. Ainda não postei todos porque são muito pesados, mas com os que têm já dá pra ter uma idéia. Acho que dá pra deixar o povo com água na boca e vontade de ver mais…

Recomendo a todos que um dia assistam a um espetáculo inteiro, nem que seja pela TV. Espero que ano que vem eu possa ir à etapa do Brasil, alguém me acompanha?

Gabriela Azevedo Forlin
Que, se não casar com o Marat Safin, casará com algum piloto europeu de cross fight

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Pega no nosso concurso

Posted in Concurso, Internas by Joel Minusculi on 21/07/2008

Não deixe de conferir os trabalhos dos concorrentes do concurso do Pega no meu Blog. Clique na palavra abaixo e veja todas as produções.

Concurso

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Cidade do Sol Poente

Posted in Concurso, Crônica by Colaborador on 16/07/2008


Cartola – Alvorada – 1974

Na cidade do Sol Poente, as avenidas se transformam em um grande rio dourado. As nuvens resplandescem um rubro aboxechado que provoca a terna lembrança da canela como suco de saliva. Na cidade do Sol Poente habita uma bela gata de patas cinzas pelos negros e juba avermelhada. Como grande gatuna, transita em nobres pontos da cidade, deita em lugares proibidos, sobre em árvores centenárias. Bela entre as mais belas, a gata chamega entre as gamas dos que esqueceram se de suas barbas. Como um layout eles a acariciam sob a luz da lua sorridente. Se esquecem de quem são, e se deixam levar por milhoes de palavras que gostam de pronunciar sobre os mais divesos assuntos. Vossiferam palavras e praticam atitudes ilegais, mau eles sabem que a gata da cidade do Sol poente está apenas ali presente para que possam sussurrar seus mais breves segredos. Para que possam representar suas mais profundas açoes. Num palco de gatos pardos, a doce gata da alvorada, reluz entre outras, mas poucos sabem que ela não é um sonho. Que não é somente uma lembrança terna. Poucos sabem que ela somente ela pode ser a felina mais feminina das noites frias dos que habitam na cidade nascente.


Thaís Weick
http://bamboodoo.blogspot.com

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Renovando Energias

Posted in Comportamento, Concurso, Relato by Colaborador on 15/07/2008

A gente sempre tem coisas pra dar.

Roupas que não usa e ficam só ocupando lugar no guarda-roupa, sapatos que a gente vive se convencendo de que vão lacear e no fim nunca saem da caixa, capa de chuva que a gente usava quando era criança, anéis que não cabem mais nos nossos dedos porque engordamos, brincos que sairam da moda… e tenho certeza, se vc fizer uma rapa no seu quarto, só de papel vai sair um sacão de lixo!

E a gente tem mesmo essa mania doida, de ir guardando tudo, porque “isso” lembra algum momento, porque “aquilo” a gente já gostou muito, porque “aquele outro” veio de alguém especial, porque “esse” foi presente… porque a gente se sente seguro com todas essas coisas a nossa volta, como se o tempo, os amigos, os presentes, os momentos, pudessem ser resgatados a qualquer momento, sempre que a gente tocar/usar/reler/ouvir esses pertences.

E eu estou aprendendo a me desfazer de tudo! ou quase tudo! rsrsrs
Se compro um sapato novo, dou um velho; se ganho uma panela nova, jogo fora uma velha; se tiro fotos novas, troco de lugar com as antigas… e assim por diante! E de vez em quando também troco os móveis da casa e os enfeites de lugar!

Pois acredito que tudo que não tem muita utilidade, que não tem muita vida acaba “ocupando” a energia de algo novo, que poderia chegar, que poderia acontecer, que poderia renovar os ares, a atenção, os sentimentos, a nossa força interior… dando aquela sensação que a vida pára e empaca, sabe… que a via não vai pra frente!

Assim, além de ter sempre coisas novas ao alcance das mãos, também ganho novas idéias, respiro novos ares, vejo com novos olhos, espantando a rotina, a comodidade, o tédio, a monotonia, que tornam nossa vida tão apática, tão vazia, tão sem graça!

Pathy
www.minhasversoes.blogspot.com

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Enquanto isso, na banca de revistas

Posted in Comportamento, Concurso, Crônica by Colaborador on 14/07/2008

– Bom dia.

– Bom dia, posso ajudar?

– Nossa, que calor… quase eu me derre… (pigarro), vou querer uns chicletes esses.
– Algo mais senhor?

– Você pega um maço de Marlboro pra mim, por favor? Como que é que vai o Fernando? Ficou legal essa cigarreira dele – ah, pega pra mim um isqueiro também. Se importa se eu fumar?

– É que aqui não pode.

– Pô, muito careta esse Fernando! Essa é a Veja desta semana?

– É sim.

– Coloca no saco, por favor. Tem uma entrevista esse mês na Playboy – tá ali ó, do lado da Veja. Tá muito alto? Deixa que eu pego. Opa. Tem uma entrevista aqui que eu tô louco pra ver… Interessante como a Playboy mesmo sendo bem mais comportada que a Sexy, vende mais. Acho que é porque eles usam mulheres mais direitas né? Ouvi dizer que essa menina que tá na capa da Sexy – pega ela aí pra eu dar uma olhada – fez uns filmes meio, você sabe… É ela mesma, fez uns filmes pornô e tá aqui na capa da Sexy. Não acredito que essas mulheres vivem disso, não têm profissão, vivem de vender o corpo, é uma pouca vergonha! Pois é, ela fez esse vídeo e ele tá em todas as bancas. Aqui deve ter também. Hum… Ali ó, aquele que vem com aquela revista.

– Essa?

– Não, aquela que tem uma mulher vestida de policial, de calcinha fio dental – essa mesmo, pega pra eu te mostrar… Aproveita e pega uma Contigo pra minha mãe e uma palavra-cruzada pra minha avó e traz também. Brigado. Ops, rasguei o plástico. Poxa, desculpa…. Não se preocupe que eu pago por ela. Quanto é?
– R$ 19,90 – Puts, caro hein? Faz o seguinte, não vou levar a Contigo nem a palavra-cruzada. Quanto deu?

“Ministério da Saúde adverte: fumar causa câncer de boca”

– Odeio essas frases do ministério da saúde, agora perdi o tesão pelo cigarro. Cancela ele e toma de volta o isqueiro também.

– O senhor ainda vai querer o chiclete?

– Claro! foi isso que eu vim comprar.

– Ok, então foram dez centavos do chiclete, mais onze reais da Playboy, mais nove reais da Sexy, mais dezenove e noventa do filme da menina. Ah, tem a Veja; mais dez reais. dá R$ 50.

– Pô, vim desprevenido. Só tenho… Deixa eu ver R$ 35… R$ 40… R$ 43 reais. Faz o seguinte, tira a Veja e fica com o troco.

David Cantídio

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