Vote no nosso!

Posted in Blog, Concurso, Internas by Joel Minusculi on 03/09/2008

Nós estamos em mais uma etapa do Bobs – Best of Blogs (desde o ano passado…), o maior concurso internacional de weblogs, podcasts e videoblogs do mundo. A premiação que está no quinto ano premia os melhores blogs do ano – os mais bonitos, mais tocantes, mais inovadores, mais legais ou mais informativos da blogosfera.

Se você, leitor ou leitora, considera que o Pega no meu Blog tem uma dessas qualidades, por favor, entre no link abaixo ou clique na imagem para indicar nosso humilde espaço para a premiação. (mais informações sobre o concurso aqui).

Clique aqui e indique a gente!


Joel Minusculi
Que tem orgulho de seus blogs

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Pega no nosso concurso

Posted in Concurso, Internas by Joel Minusculi on 21/07/2008

Não deixe de conferir os trabalhos dos concorrentes do concurso do Pega no meu Blog. Clique na palavra abaixo e veja todas as produções.

Concurso

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Vença!

Posted in Comportamento, Música, Vídeo by Colaborador on 16/06/2008

Gaúcho em Santa Catarina não é artigo raro, encontra-se um a cada esquina, mas gaúchos que cantem em uma Praiana só tem dois, não querem passar chapéu, também não querem ser famosos; querem apenas cantar o som de sua terra, entoar os mantras do rock gaúcho. A grande pergunta não é quem é Didiê, ou quem é Rafael, mas quem é Mr. Frog? E por que o cara ejacula dentro da pia? Lembrando que isso não é um guia do que fazer dentro de uma praiana, se bem se vêem bolhas de sabão, pessoas que deixam cair coisas de propósito em cima de pés descuidados. Pelo menos não jogam bebês de dentro de uma Praiana lotada, nem mesmo cobradores mal educados e motoristas que não dizem “valeu” aos passageiros quando descem do busão. Já pensaram quanto tempo um estudante que mora em Balneário Camboriú, que estuda na Univali Itajaí passa por semestre dentro de uma praiana, parece até que o que cobram é hora/aula, o que se vê é que a Praiana é a única classe, ou sala de aula que está sempre superlotada. Vale lembrar que o vídeo abaixo foi filmado em uma praiana com poucos passageiros, pois nesse dia matamos o último horário de aula e fomos embora com o AVENIDA DO ESTADO das 9 e pouquinho, na verdade nenhum ônibus tem horário certo não é? Eu sei que se você chegar no ponto entre 21 horas e 21 horas e 20 minutos você consegue pegar este, senão tem o de viagem que chega entre 21 horas em 20 minutos e 21 horas e 40 minutos, senão só as 10, ou 22 como preferirem! Univali/Praiana Vença!

Curtam o vídeo! A música é Querida Superhist x Mr. Frog do Júpiter maçã/ interpretada por Didiê Kinsey e Rafael Neves do curso de letras da Univali Live in the Praiana das 21 e poquinho!

Didiê Kinsey

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Enquanto um não é dois

Posted in Comportamento, Concurso, Opinião by Colaborador on 12/06/2008

Junho. Início do inverno. Além dos dias calorosos do verão, os banhos frios e o excesso de ar condicionado ficaram para trás. Trocamos nossas roupas leves e curtas pelo peso de lãs, jaquetas e cobertores, que possam de alguma forma nos aquecer nesta estação fria. As festas badaladas de sábado à noite, geralmente são trocadas pelas sessões de filmes regados à pipoca e um bom vinho (não que isso seja regra, mas sair de casa em dias de baixa temperatura tem que valer muito a pena!).

Essa época de certa “ausência de calor”, para muitos, não somente significa falta de calor solar, como também calor humano. Quem sabe por isso, o Dia dos Namorados no Brasil foi escolhido para ser celebrado nesta época. Talvez para instigar nas pessoas o “calor” que há nelas e principalmente de algum modo homenagear alguém que se ama.

Em qualquer lugar que se está, há algo que lembre esta data: nos out-doors no meio da rua, nas propagandas de televisão ou de rádio e também na internet – com links ou pop-ups de anúncios sobre a data. Mas não é somente o intuito comercial que chama a atenção: parece que justamente nesta época do ano, os casais estão em alta, ou seja, parece que onde quer se esteja sempre há um grande número de casais por perto.

Não tenho nada contra casais. Mas para alguns solteiros esta época é de certa forma complicada. O que mais me surpreende não é o fato de algumas pessoas namorarem, mas sim a facilidade e a rapidez que isso acontece para alguns. E também o que surpreende é que aquela pessoa que você menos imaginava (o mais galinha da faculdade ou a menos bonita da sala) do dia para a noite aparecem de mãos dadas, ou com alianças nos dedos.

Tenho que concordar que realmente o ser humano é um ser social, acostumado a conviver em grupo, ou no mínimo compartilhar suas atividades e experiências com uma outra pessoa. Acho que em determinado momento, todo mundo sente a necessidade de ter ‘um alguém’ (que aqui se incluam desde o mais galinha até a menos bonita!). E é justamente nesta época do ano que para alguns solteiros, encontrar uma pessoa especial parece uma tarefa difícil. Já que o enfoque são os casais e todos parecem estar namorando, menos você.

Taiana Eberle
Que não gastou dinheiro com presentes para o Dia dos Namorados.

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Confissão de Emanuelle

Posted in Comportamento, Concurso, Opinião by Colaborador on 05/06/2008

Me chamo Emanuelle,
tenho 19 anos e resolvi contar um pouquinho da minha estória pessoal…

Sempre fui muito ligada a sexo, desde menina, mesmo quando ainda não entendia a razão de no banho aquela pressão da água ser tão gostosa. Aos poucos veio o entendimento, as revistas de sacanagem que ficavam escondidas debaixo do colchão da cama do irmão mais velho e eram vistas furtivamente enquanto todos dormiam, os filmes entre amigas e os comentários, já que eu sempre andei no meio de pessoas mais velhas. Digo, mais velhas do tipo, quando eu tinha 11 anos, andava com a galera de 16, 17, que já conversava sobre o assunto. Acabei me inteirando de tudo bem cedo. Aos 12 e 13 anos a diversão era o beijo na boca na matinê. Cada semana um diferente e isso que era legal.

(more…)

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Fim, o começo

Posted in Concurso, Literatura by Colaborador on 29/05/2008

Fim.

As lágrimas acariciavam sua face ruborizada e quente, a respiração ofegante e os olhos inchados eram símbolo de sua angústia, os soluços quebravam o silêncio ensurdecedor, ela jazia sentada sozinha no sofá da sala, pensativa, lamentando aquele rompimento.

Ele descia as escadas bufando, chorando, soluçando, socando a parede, inconformado, sentindo-se rejeitado, infeliz, perdido, era uma sensação de tristeza e vazio tão profundo que palavras faltavam para descrever tamanha desolação. Não conseguia aceitar o fato de que a mulher que amava o havia aniquilado com aquele rompimento abrupto.

Romperam.
Ele se irritou também, não podia mais fazer nada, havia pedido desculpas, mas não parecia ser suficiente, algo estava errado, sentia uma ponta de preocupação de que o fim era iminente, sentia-se impotente. Discutiu com ela, proferiu palavras das quais se arrependeria mais tarde.

O clima era tenso, começaram a discutir, ela começou a chorar, desabafou, estava irritada, desencantada, não conseguia perdoa-lo pela falha, havia um tempo que as brigas por motivos corriqueiros tomaram conta do cenário daquele relacionamento. Os laços estavam por um fio.

Chegou ao apartamento dela, ansioso, preocupado, havia se atrasado um bocado, ela provavelmente estaria chateada. Ela abriu a porta, estava transtornada, foi pouco receptiva, aquilo foi um choque para ele, tamanho era o desprezo e a frieza. Pediu desculpas, disse que errou em não avisar sobre o chamado, compreendia sua falha, mas não foi suficiente.

Ele foi chamado de urgência, sua vizinha passava mal, médico é médico 24h por dia, não podia negar aquele chamado, até por que se tratava de uma pessoa querida. O exame clínico demorou um pouco. Orientações aqui e ali, o horário passou, sua namorada ligou nervosa, afinal de contas haviam combinado de sair, e ele não havia dados satisfações sobre o urgente chamado, havia se esquecido de tal, não o fizera por mal. Tratou de fornecer as últimas orientações, carimbou o pedido de exames e saiu, sentia saudades de sua namorada.

O dia havia amanhecido calmo, ensolarado, porém frio. Os pardais nos fios dos postes cantarolavam displicentes, ele despertou sentindo-se bem, bocejou. Levantou-se da cama e foi se arrumar, iria encontrar sua amada em alguns minutos, estava feliz.

Ela despertou cedo, precisava ainda arrumar algumas coisas em casa, não era fácil morar sozinha, era moça e adulta, tinha responsabilidades, sem contar o sem número de trabalhos que deveria ainda realizar para a faculdade. Preparou-se ansiosa, iria encontrar seu namorado ainda naquele dia, não queria se atrasar.

Havia um tempo que começaram a namorar, já eram amigos há muitos anos, já haviam se relacionado antes, quando eram ainda muito jovens. Desta vez, estavam decididos, era um relacionamento sério, um namoro sólido, no sentido da palavra, estavam felizes.

O encontro foi por acaso, após anos distantes, o reencontro se deu através de uma ligação aleatória e avulsa por parte dele, foi incomum o modo como aquele relacionamento tomou corpo. Algo mais forte existia entre aquelas duas pessoas, eles precisavam se (re)conhecer.

O começo.

Manssur Gustavo Cassias Pereira

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