Isso que é Pole Dance!

Posted in Vídeo by Joel Minusculi on 19/08/2009

Enquanto aqui no Brasil a dança mais erótica por aí é o créu, lá fora a Pole Dance é quase considerado um esporte olímpico. Por causa de uma novela, a prática da Dança na Barra teve um certo destaque por aqui, o que resultou em algumas mulheres que trocam experiências e técnicas em um fórum. Porém, nada de mais, se comparado com um Campeonato de Pole Dance – o negócio é tão sério que tem até Federação Internacional. Confira no vídeo a seguir os melhores momentos do campeonato que aconteceu nos Estados Unidos. É impressionante a habilidade física e controle sobre o corpo (além é claro dos movimentos).

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Joel Minusculi
Que acredita que Pole Dance deveria ser esporte olímpico!

Anúncios
Tagged with: ,

Vida de mulher não é fácil…

Posted in Comportamento, Relato by Colaborador on 30/09/2008

Até porque nem mesmo elas facilitam. As mulheres ficam o tempo todo procurando um defeito, um problema ou um motivo qualquer que as faça abrir a boca e se lamentar. Não que isso ocorra freqüentemente – não chega a ser uma depressão coletiva – mas sucede por fases da vida mesmo, e nem sempre tem a ver com o ciclo menstrual.

Pois então, vamos falar sobre a fase mais irritante na mulher (do meu ponto vista é claro): a fase Festa. Chega uma idade na mulher, que a vida dela gira em torno da balada. É como se balada fosse sinônimo de Príncipe Encantado. Agora me responda uma coisa: por que diabos uma garota marca encontro com o “ficante, peguete, piriguete ou sei lá das quantas” pra um lugar barulhento onde não se ouve nada do que o outro está falando?

Provavelmente você vai dizer “ah, esses lugares é só pra pegar mesmo, tipo, se envolver com as pessoas erradas até achar a pessoa certa”. Pois bem, incontáveis vezes (sério, parece um ciclo vicioso) consolei amigas que, depois de ir para a balada, se apaixonaram por seus companheiros, às vezes só pelo fato de o cara ser o mais belo da cidade ou do bairro.

As histórias acontecem mais ou menos assim: Mariana está a fim de um cara. Ela conversa com ele por MSN. Ela dá umas indiretas como quem não quer nada; ele também dá umas indiretas como quem não quer nada; os dois combinam de ir à mesma balada (como quem não quer nada); os dois dançam juntinhos, como quem não quer nada; e depois se beijam – como quem não quer nada.

O cara a gente sabe não quer nada mesmo, pelo menos até os 25 anos (dependendo de cada um, logicamente não quero generalizar). Mas a Mariana eu posso dizer por experiência que, se o cara não ligar em três dias, não retornar toquinho (que eu acho o Ó do borogodó alguém se sentir mal por causa disso), entrar no MSN e não chamar por ela ou não cumprimentá-la na facul, certamente a Mariana vai bater na minha porta.

É nessa parte que as amigas racionais ou pouco emocionais entram em ação. Essas amigas ouvem a história desde a parte dos primeiros olhares até a última frase do Messenger, lêem as mensagens de celular e Orkut, analisam fotos e depoimentos do coitado e fazem uma espécie de investigação para responder à pergunta: ele gosta dela ou não? No fim as amigas falam que a Mariana merece coisa melhor, que o cara é um canalha e não ta nem aí pra ninguém e que outras baladas virão.

Não é que eu seja contra isso, até porque já vivi circunstâncias parecidas, mas depois que passa essa fase, a gente percebe o quanto choramos por ocasiões que nós mesmos criamos. Mariana queria ficar com Ricardo, mas disse que não era nada sério. Trocou poemas com ele pelo Messenger, conversaram durante horas por telefone. Para Ricardo era rotina. No fundo, para Mariana aquilo era especial. Mariana finalmente saiu com Ricardo, acreditando que ele fosse o cara perfeito e que a recíproca era verdadeira. Na balada seguinte, Ricardo ficou com uma ruiva, a quem pediu em namoro um mês mais tarde.

Nós não nos envolvemos com a pessoa errada, nós nos envolvemos na maneira errada. Agora vai explicar isso para uma mulher carente.

Jéssica Mariane de Oliveira

Tagged with: ,

Meninas do Interior

Posted in Imagem by Joel Minusculi on 09/09/2008

Joel Minusculi
Que tem orgulho de ser do interior

Tagged with:

Mulheres e alguma coisa

Posted in Imagem, Site by Joel Minusculi on 21/04/2008

Homens são todos iguais, pois gostam mesmo é de mulher. Mas há quem tenha fetiches pelas representantes do sexo feminino com “algo a mais” – e olha que nem são de partes de silicone que estou falando.

Esse é o caso de Babes with Books, um blog que publica diariamente fotos de, surpreenda-se, garotas com livros. Nada de poses sensuais ou um novo uso para os livros, apenas a beleza intelectual da prática da leitura.

Agora, se a sua área não for a literatura, mas a enologia, há o Women with Wine. Um pouco mais refinado que o anterior, aqui são mulheres (!) com taças de vinho (!). Mais uma vez nada vulgar ou nu.

Se o seu gosto for mais britânico, há também o Tea Birds. O nome não revela muito, mas se você navegar no blog irá descobrir que se trata de um blog de garotas com xícaras de chá.

Para pessoas não tão intelectuais ou ligadas em livros-vinhos-chás, existe o Headph0ne Phet1sh. Se você ainda não entendeu o espírito da coisa é só visitar o blog e conferir fotos de mulheres com fones de ouvido.

Joel Minusculi
Que gosta de livros, vinhos, chás e fones de ouvido, mas não necessariamente como um fetiche em mulheres.

Tagged with: