Relação, relacionamento, relacionando-se

Posted in Comportamento, Poesia by Colaborador on 12/06/2009

amornarradoPerfume, poesia, pele
Boca, beijo, bobagem
Vinho, valsa, volúpia
Morango, música, malícia
Timidez, tempo, toque
Lingerie, libido, lençol
Tesão, tara, temperatura
Nós, nudez, nervosismo
Sexo, sentimento, saudade
Paixão, perdição, paraíso
Emoção, e-mail, escolha
Amor, alívio, abraço
Coração, carinho, cobertor
Frio, fondue, filme
Sonho, sono, susto
Exagero, espaço, equilíbrio
Liberdade, limite, lógica
Tempestade, tensão, tique-taque
Ciúmes, calafrio, coragem
Neblina, náusea, naufrágio
Sensação, sumiço, soluço
Lágrima, lástima, loucura
Paciência, palavra, perdão
Virtude, verdade, vontade
Mãos, mais, melhor
Palpite, pizza, pacto
Cócegas, cama, calor
Sorriso, satisfação, sempre
Namoro, natural, necessário
Fugaz, feliz, feroz
Efêmero, especial, eterno
Vice-versa, vai-e-vem, vôo

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Marina Fiamoncini
Que gostou de criar uma narrativa com palavras soltas, sinceras , sensatas…

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10 maneira para você acabar com seu namoro

Posted in Comportamento, Imagem by Joel Minusculi on 26/05/2009

Joel Minusculi
Que não precisa usar dessas dica ;D

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Só pros melhores

Posted in Comportamento, Opinião by Colaborador on 19/05/2008

É, se você é mulher e solteira e sempre pensa que os Homens que estão no mundo não servem pra você… Você está certa!

Li um dias destes num site de relacionamento sobre as mulheres solteiras, que nunca conseguem namorado com a mesma freqüência que as outras, refleti muito e dei importância àquela mensagem, pois, pensar que não sou  “boa” o suficiente pros Homens, era uma questão que me deixava bastante triste, então li tudo e entendi a verdadeira razão: “Nós mulheres somos como as maçãs, as melhores ficam no topo, lindas e brilhantes pois ficamos ao sol… as mais feias e podres ficam no chão e nas partes mais baixas das árvores… e então (nós) maçãs lindas e suculentas, as vezes, achamos que não somos boas, pois ninguém chega até o topo para nos pegar… Os Homens pegam as que estão mais perto, pois são preguiçosos e não se dão ao trabalho de subir pra pegar as maçãs melhores… mas calma meninas, um dia chega um Homem que ficará cansado as maçãs ruins e podres, então subirão ao topo e “voi a la” você fica com o mais corajoso!”

Então garotas nada de ficarem se martirizando por não terem namorado, ficantes nem nada disso. A partir de agora vamos todas ser como as maçãs do topo, exclusivamente só pros melhores Homens!

Pois meninas que repetem por aí “NÃO TENHO SORTE COM OS HOMENS”, essas daí não sabem a sorte que tem!

Anamélia Araribá
Que sabe aproveitar a sorte que tem com os Homens

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Desbotado

Posted in Comportamento, Opinião by Colaborador on 17/12/2007

São mais ou menos nove anos que vivo nesse colapso mental por garotas. Minhas relações que beiram ao desastre são salvas por poucos e raros êxitos. Lembro do primeiro beijo como se fosse agora e ainda sinto a inocência que envolvia minha pessoa e a da outra garota. Foi um complô. Irmão e irmã mais velhos cuspindo em um dos poucos momentos nobres da minha vida. É, eles armaram um plano maquiavélico para ver um beijo entre crianças. Vejo aquela casinha de brinquedo, dessas grandes onde as crianças ficam brincando, eles nos empurraram lá e com aquelas mãos pavorosas nos apertaram um no outro. Acho que esse caso não afetou muito nossa vida. Agora ela é uma aprendiz de cabeleireira com vasto currículo em boates e, evidentemente, garotos.

De uma maneira ou de outra, ela foi a primeira C da minha vida, e por que não meu primeiro desastre. C que eu digo não é em relação ao numero de garotas com a letra c, mas sim a quantidade de garotas com o mesmo nome que eu já tive contato. Sempre é o mesmo nome, e essa ligação não é exigência. Depois daquele incidente pouca coisa mudou. Eu ainda não sabia o que pensar sobre as garotas e nem o que eram elas, e acho que não mudou muito de lá pra cá. Aquela era uma época remota, tudo que se seguia era a rotina diária de um pré-adolescente que não sabia o que queria. Nós até desejávamos aquelas estrelas da nossa classe. Aquelas garotas populares que abusavam da nossa infância. Desfilavam de lá pra cá, despertando desejos que sequer nem existiam.

Um certo dia, uma garota de longos cabelos cacheados veio falar comigo. Ela tinha uma ótima aparência e era legal falar com ela. Acho que era Ana Carla, mas gosto de pensar que era Ana Clara. Sua reputação era boa, tinha um belo corpo para sua idade. Conversávamos durante a aula de ciências, ela até sentava na carteira ao lado. Foi a primeira vez que vi brotar uma coisa estúpida dentro de mim, que me deixava encabulado e um pouco mais respeitável. As meninas me olhavam e não mais me ignoravam. Os garotos crentes que eu já a havia beijado me enchiam, só não negava a hipótese.

Em uma manhã daquelas, ela me apareceu com uma proposta indecente de que lhe desse meu colar de prata. Minha mãe havia me dado aquilo, e ele nem era de prata. Estava desbotando e adquirindo um aspecto rosado. Não dou! – respondi na lata. Não entendia o que estava acontecendo. Ela falou: Ahh! Me dá. Mas por que diabos você quer isso? – perguntei. Eu quero algo de você – falou. Nunca ninguém nessa maldita vida havia me dito que queria algo de mim. Eu era apenas mais um comparsa dos mais diversos cretinos de quatorze anos em todo o planeta. Dei aquilo pra ela e nunca mais ouvi sua voz em minha vida. Não sei se fui roubado, enganado ou algo desse tipo. Só sei que me senti mal como nunca havia sentido em minha vida. Agora, com dezenove anos, estou prestes a dar um livro para uma garota. Chama-se “O apanhador no campo de centeio” e assim como Holden Caulfield , o protagonista do livro, eu não sei se estou preparado. Voltei para aquela casinha de brinquedo.

Renan Accioly
Que é titular do Velharias

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